*RISES FROM THE DEAD*

WITH HOT NEWS!!

Ei, pessoas! 😀 Pois é, ando super hiper mega preguiçosa e francamente com falta de tempo para postar coisas aqui no blogue (ou para ler sequer *sadface*e tenho vergonha, e saudades, e ai que preciso tanto de organizar melhor o meu tempo. To adult is hard. 

Entretanto voltei dos mortos só para gritar aqui a novidade de que VEM AÍ UMA NOVA TRILOGIA DA JULIET!!! Ela postou esta semana sobre o assunto na Fan Page do Facebook e oh meu Deus, a descrição é assim uma coisa:

“Sci-Fi/Fantasy: Juliet Marillier’s Warrior Bards Trilogy, a new series, about an organization of elite operatives — MI6 in a medieval-style fantasy world — who use magic, song, poetry, weapons, and combat skills to solve crimes and protect the public.” (Publishers’ Marketplace)

Quer dizer, WARRIOR BARDS!!

WARRIOR.

BARDS.

Vem me logo à ideia um bando de Faolans a impor a justiça com uma coreografia combinada de punhos, instrumentos musicais e muita badassery.

Sem esquecer aquela parte mui importante que menciona “magic, song, poetry… to solve crimes and protect the public”. Holy shet.

A parte menos boa desta história é que o primeiro livro desta trilogia tem data de lançamento prevista para 2019… ouch. Isto é, a edição americana, a tuga sabe Deus quando vai estar à venda.

Portanto agora só resta ir imaginando Luke Evanses e Jones Snow lookalikes como partes integrantes desde bando de Warrior Bards e esperar… esperar…

Nota: para adicionar no Goodreads: AQUI.

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Behold! a bela da capa e a sinopse do novo livro da Maggie Stiefvater!

Opá, opá, opá estou tão em pulgas para ler isto. Esta autora tem ideias tão loucamente originais e personagens tão extraordinárias com as vozes narrativas mais geniais e sarcásticas que eu fico a tremer só de pensar na awesomeness que aí vem. Ainda por cima este livro passa-se nos anos 60 e mete magia e santos e milagres e todas essas coisas místicas que Maggie é tão boa a escrever sobre.

E esta capa é tão linda, oh meu Deus. As rosas que parecem tattoos e a coruja. Oh meu Deus. All the Crooked Saints é um standalone e tem publicação prevista para Outubro deste ano.

Mais detalhes e uma entrevista sobre o livro à Maggie aqui.

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Título: All the Crooked Saints
Autor: Maggie Stiefvater
Editora: Scholastic Press US
Páginas: 288
Publicação: 10 Outubro, 2017
Formato: Hardback
ISBN: 9780545930802
Idioma: Inglês

Sinopse: Saints. Miracles. Family. Romance. Death. Redemption.

The book takes place in the 1960s in Bicho Raro, Colorado and follows the lives of three members of the Soria family—each of whom is searching for their own miracle. There’s Beatriz, who appears to lack feelings but wants to study her mind; Daniel, the “Saint” of Bicho Raro, a miracle worker for everyone but himself; and Joaquin (a.k.a. Diablo Diablo), who runs a pirate radio station at night.

“The Soria family are saints as well, and the miracle they perform for pilgrims to Bicho Raro is as strange as most miracles are: They can make the darkness inside you visible. Once the pilgrims see their inner darkness face to face, it’s up to them to perform another miracle on themselves: banishing the darkness for good. It can be a tricky business to vanquish your inner demons, even once you know what they are, but the Sorias are forbidden to help with this part. They’ve all been told that if a Soria interferes with the second miracle, it will bring out their own darkness, and a saint’s darkness, so the story goes, is a most potent and dangerous thing.” – Maggie Stiefvater, EW interview.

 

 


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Como tudo o resto neste blogue ultimamente, o post das Estreias deste mês vem super atrasado, mas aqui está ele.

Portanto este foi/ainda é o mês das estreias de vários filmes nomeados para os Oscars deste ano que são já no próximo domingo, com transmissão em directo na Sic, às tantas da madrugada.

Elementos Secretos — 02 de Fevereiro

(Hidden Figures)

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Queria mesmo ter ido ver ao cinema, sigh. Gosto tanto da Taraji P. Henson.

* * *

Fragmentado — 02 de Fevereiro

(Split)

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Outro que gostava de ver, porque aprecio toda a extreme weirdess & whatdafuqery vinda da cabeça do M. Night.

* * *

Jackie — 09 de Fevereiro

(Jackie)

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Jackie. Eu até gosto bastante da Natalie Portman mas confesso que biopics não são de todo a minha praia.

* * *

Rings — 09 de Fevereiro

(Rings)

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First you watch it, then you die. Mais do mesmo.

* * *

Lego Batman: O Filme — 16 de Fevereiro

(The Lego Batman Movie)

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Opá o trailer é tão bom. A sério, este Lego Batman parece estar 89755367896 vezes melhor que o Batman v Super-Homem.

* * *

John Wick: Capítulo Dois — 23 de Fevereiro

(John Wick)

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E Keanu Reeves, o homem que não envelhece como o comum dos mortais, está de volta. E eu tenho a impressão que nunca cheguei a ver o primeiro John Wick.

* * *

T2: Trainspotting — 23 de Fevereiro

(T2: Trainspotting)

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Idem. Acho que nunca vi o primeiro Trainspotting, nem faço ideia do que se trata, esta que é a adaptação do livro de Irvine Welsh.

* * *

Vedações — 23 de Fevereiro

(Fences)

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Fences é adaptado da peça de teatro com o mesmo nome pela autoria de August Wilson e oh—meu—deus, custa tanto ver o Denzel Washington em modo tough love para o filho e a fazer a Viola Davis chorar. Sadface.

(Fonte: Filmspot. Datas de estreia sujeitas a alteração.)

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Top Ten Tuesday, que esta semana é um All About Romance freebie, e eu decidi listar alguns dos meus tropes favoritos com alguns livros a exemplo. Cá vai disto:

1. Just the two of us — Opaaaá, eu amo histórias em que o herói e a heroína por alguma razão têm de enfrentar um jornada qualquer juntos, sem grandes interferências de terceiros e melhor ainda é quando eles nem começam por se dar assim muito bem. Favoritos a exemplo: These Broken Stars de Amie Kaufman e Meagan Spooner, e Scarlet de Marissa Meyer.

2. Enemies-to-lovers/Hate-to-love — Este por vezes deixa-me maluca, a puxar pelos cabelos, a bater com a cabeça na parede mas OMD que este trope está no meu top 3 dos tropes. Favoritos a exemplo: Crown Duel de Sherwood Smith, Daughter of Smoke and Bone de Laini Taylor e, claro, Pride & Prejudice de Jane Austen.

3. Heróis idiotas a dizerem coisas idiotas à heroína — O número uno da minha lista para este ponto até podia ser o Mr. Darcy já que ele é o rei da coisa, mas a verdade é que o herói que me salta logo da memória quando penso neste tema dos idiotas a dizer coisas idiotas é mesmo o Colin—nunca vou recuperar daquele momento totalmente heartbreaking no An Offer From a Gentleman quando ele berra “I am certainly not going to marry Penelope Featherington!” com a Penny mesmo ali ao lado. F*****g hell, Colin. Horrores, horrores.

4. O rake apaixonado pela primeira vez que não sabe bem o que fazer — Uma das minhas cenas absolutamente favoritas do Devil in Winter é quando o Sebastian está a ter um semi-ataque de pânico porque finalmente chegou à conclusão que ama a Evie como um louco mas não sabe o que fazer com esses feels todos e diz-lhe algo do género, you have to go, I can’t be around you, I don’t know what to do, WHAT ARE YOU DOING TO ME, PLEASE GO AWAY!!! E a Evie: awww, you love me.

5. Fazer de conta que não gosto nada de ti — Porque é que as pessoas gostam de sofrer?? E porque é que há pessoas que gostam de ler sobre pessoas que gostam de sofrer??

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Exemplos favoritos: The Chaos of Stars e séries Penryn and the End of Days e The Winner’s trilogy.

6. You’ve Got Mail/Love interest anónimo — ADORO. Opá, adoro romances com partes anónimas e troca de cartas e emails e mensagens de todo o tipo, e em que um dos envolvidos por alguma razão prefere manter o anonimato, ou nem sequer se pronuncia e só venera a sua amada de longe. Claro que isto tem de ser bem feito para não começar a entrar no terreno do creepy stalker. E quem já fez isto tudo muito bem? Rainbow Rowell com Attachments e Tammara Webber com Easy.

7. Parece que nem está a acontecer nada — Este é praticamente um sinónimo do próximo ponto, mas achei por bem dar-lhe um lugar próprio inteiramente por causa da Maggie Stiefvater que gosta de me obrigar a estas coisas com os seus romances tão subtis que por vezes parece que nem estão ali mas vai na volta e BAM! Socorro! Portanto os exemplos favoritos são os Raven Boys e o Scorpio Races.

8. Slow-burn — Save the best for last. Claro que o meu Daughter of the Forest tinha de entrar neste top, e ainda por cima incluído aqui no meu trope romântico favorito de sempre, o belo do slow burn—porque não gosto de coisas apressadas em nenhum aspecto desta vida, porque é preciso muita calma e tranquilidade, mesmo que por dentro o coração esteja a mil assim quase a saltar para fora do peito, porque é ene vezes mais interessante ver o romance acontecer devagar, devagarinho, sem pressas, sem saltar etapas. Sigh, doce tortura. Outro exemplo favorito: Fangirl de Rainbow Rowell.

Esta rubrica é da autoria do The Broke and the Bookish.

 


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A primeira Mailbox de 2017, aleluia. Isto porque 1. nem tenho feito muitas compras e 2. nem tenho tido muito tempo para o blogue *sadface*. Três destas aquisições já me chegaram a casa em fins de Dezembro/início de Janeiro mas realmente só agora tive um tempinho para tirar umas fotografias. Bah.

Compras

Wreck This Journal — Keri Smith | TBD

Six of Crows, Six of Crows #1 — Leigh Bardugo | TBD

Say Yes to the Marquess, Castles Ever After #2 — Tessa Dare | TBD

Four Weddings and a Sixpence — Julia Quinn, Elizabeth Boyle, Laura Lee Guhrke, Stefanie Sloane | TBD

Portanto dignei-me a finalmente comprar o segundo livro da série Castles Ever After da Tessa Dare, depois de ter começado pelo terceiro, seguido do primeiro. Lógica.

A antologia Four Weddings queria muito por causa da história da Julia Quinn.

O Six of Crows é um daqueles livros que parece que toda a gente adora mas eu como não gostei nada do Shadow and Bone da mesma autora fiquei sempre de pé atrás em relação a experimentar esta nova série, mas sei lá o que me passou pela cabeça e comprei-o assim num momento de loucura para ver que tal.

Wreck This Journal! Há uns tempos ofereci uma cópia a uma amiga e fiquei sempre naquela de “um dia tenho de comprar um para mim”, e pronto foi desta.


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E hoje no BaD, Gilded, o primeiro volume da trilogia de Christina Farley, com as sequelas SilvernBrazen já publicadas.

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Sixteen-year-old Jae Hwa Lee is a Korean-American girl with a black belt, a deadly proclivity with steel-tipped arrows, and a chip on her shoulder the size of Korea itself. When her widowed dad uproots her to Seoul from her home in L.A., Jae thinks her biggest challenges will be fitting in to a new school and dealing with her dismissive Korean grandfather. Then she discovers that a Korean demi-god, Haemosu, has been stealing the soul of the oldest daughter of each generation in her family for centuries. And she’s next.

But that s not Jae s only problem.

There’s also Marc. Irresistible and charming, Marc threatens to break the barriers around Jae’s heart. As the two grow closer, Jae must decide if she can trust him. But Marc has a secret of his own one that could help Jae overturn the curse on her family for good. It turns out that Jae’s been wrong about a lot of things: her grandfather is her greatest ally, even the tough girl can fall in love, and Korea might just be the home she’s always been looking for.

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Autor: Kara Terzis
Editora: Sourcebooks
Publicado: 07 Junho 2016 
Formato: Paperback
Páginas: 304
ISBN: 9781492631736
Idioma: Inglês

Sinopse: Ava Hale will do anything to find her sister’s killer… although she’ll wish she hadn’t. Because the harder Ava looks, the more secrets she uncovers about Kesley, and the more she begins to think that the girl she called sister was a liar. A sneak. A stranger.

And Kesley’s murderer could be much closer than she thought…

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Opinião:

De certa forma acho que dar a classificação de uma estrela a este livro é um bocadinho extremo mas o problema é que não consigo pensar numa mísera coisa que tivesse gostado e portanto um rating mais alto não ia fazer sentido algum.

Para mim a grande falha deste livro é que não me fez sentir absolutamente nada, quer pelas personagens e o que se estava a passar com elas, quer pela história que até é bem trágica. Passei o livro todo só a desejar que ele acabasse depressa, porque até tinha algum tempo livre e queria ler algo minimamente interessante em vez de o desperdiçar com o Frayed.

Outro problema que tive com este livro é que adivinhei quem era o assassino praticamente deste o início, o que significa que para mim não houve mistério para ser desvendado, apenas uma longa e aborrecida narrativa sobre o dia-a-dia de uma adolescente por quem não estava a sentir empatia alguma e que acha necessário informar-me da cor do cabelo de todas as personagens, ela incluída, várias vezes ao longo da história—ugh.

Conclusão: personagens unidimensionais, chatinho, previsivel, sei que já vi vários filmes com enredos semelhantes (The Uninvited com a Emily Browning, Identity com o John Cusak), e com pseudo-romance juvenil à mistura. Não posso recomendar.

1star

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