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The snow is back!😀

Primeiro de Dezembro, pessoal. Está um sol tão agradável aqui no Porto, e cá por casa é dia de fazer a árvore. *Sigh* all is well.

Aliados — 01 de Dezembro

(Allied)

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É impressão minha ou este filme parece ser assim a love child do Mr & Mrs Smith com o Inglourious Basterds? Meh.

* * *

Lion – A Longa Estrada para Casa — 08 de Dezembro

(Lion)

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Adaptado da autobiografia de Saroo Brierley, A Long Way Home, a história de um rapaz indiano que se perdeu quando era criança e acabou por ser adoptado por um casal australiano—só quando já é adulto é que começa a lembrar-se da sua família biológica. Bem bonito este trailer.

* * *

Festa de Natal da Empresa — 08 de Dezembro

(Office Christmas Party)

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Uma daquelas comédias natalícias parvas. Vou-lhe dar um lugar aqui no post em parte por causa do T.J. Miller, em parte por causa da Kate McKinnon, e em parte porque até parece ser um filme engraçado.

* * *

O Infiltrado — 15 de Dezembro

(The Infiltrator)

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Baseado nas memórias de Robert Mazur. Bryan Cranston é o agente infiltrado. É tão estranho para mim ver este actor num papel sério, porque só estou habituada a vê-lo no Malcolm in the Middle. (Yep, eu sou uma daquelas pessoas que nunca viu Breaking Bad.)

* * *

Rogue One: Uma História de Star Wars — 15 de Dezembro

(Rogue One: A Star Wars Story)

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ROGUE ONE, F*** YEAH!😀

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Beleza Colateral — 22 de Dezembro

(Collateral Beauty)

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Este é aquele filme anual de Natal que junta 3245946289  actores bem conhecidos do público. Gosto bastante do trailer.

* * *

Cantar! — 22 de Dezembro

(Sing)

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Opá, já viram este trailer? É TÃO bom. A sério. Este video até faz o favor de juntar dois dos vários trailers disponíveis, como se já soubesse que ver um não chega.

* * *

Passageiros — 22 de Dezembro

(Passengers)

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E Dezembro também é o mês do Passengers com a Jennifer Lawrence e o Chris Pratt, aquele filme cujo enredo se parece tanto com o do Across the Universe da Beth Revis, mas shhhh. De qualquer maneira é um dos filmes que quero muito ver este mês.

* * *

A Luz Entre Oceanos — 29 de Dezembro

(The Light Between Oceans)

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Adaptado do romance The Light Between Oceans de M.L. Stedman, também disponível em português. Basicamente um casal—Fassy e Vikander—com dificuldades em engravidar certo dia encontra uma bebé à deriva e ficam com ela, até que um dia a mãe biológica aparece e o Fassy quer entregar-lhe a criança, já a Vikander nem por isso. Assim de repente parece-me que acaba em tragédia.

(Datas de estreia sujeitas a alteração. Fonte: Filmspot)

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OH MY GOD, CHOREI.

Só os primeiros acordes daquela música no início já me descompuseram toda. E depois ainda vem o resto do trailer e aaaaaaaaaaahhh, isto está TÃO bom! Gosto especialmente daquela cena em que a Belle está a usar o vestido cor de rosa. O vestido cor de rosa!

E pronto as minhas dúvidas foram desfeitas, parece que o Beast realmente veste-se de qualquer maneira antes da Belle lá chegar. Não sei bem o que é aquilo mas parece que anda coberto com as rastas do próprio pêlo, haha (provavelmente é só um casaco todo rasgado).

16 de Março de 2017, pessoal!


under-rose-tainted-skies

Autor: Louise Gornall
Editora: Chicken House
Publicado: 07 Julho 2016 
Formato: ebook
Páginas: 226
ISBN: 9781910655870
Idioma: Inglês

Sinopse: Agoraphobia confines Norah to the house she shares with her mother. For her, the outside is sky glimpsed through glass, or a gauntlet to run between home and car. But a chance encounter on the doorstep changes everything: Luke, her new neighbour. Norah is determined to be the girl she thinks Luke deserves: a ‘normal’ girl, her skies unfiltered by the lens of mental illness. Instead, her love and bravery opens a window to unexpected truths…
An important and uplifting debut from a British author, which tackles mental health issues such as agoraphobia and OCD.

Opinião:

Under Rose-Tainted Skies conta a história de Norah, uma rapariga que sofre de agorafobia, transtorno obsessivo-compulsivo e depressão—e entre outras coisas ela não consegue sair de casa, não suporta ser tocada por ninguém excepto a mãe, tem ataques de pânico/ansiedade com muita frequência, está constantemente a pensar em germes e intrusos e em outras coisas que a maioria das pessoas provavelmente só pensa uma vez por ano, e portanto, a vida da Norah não é exactamente fácil.

E é então que os novos vizinhos se mudam para a casa do lado e ela conhece Luke, um rapaz muito simpático e jeitoso que gosta de lhe dizer olá, de lhe sorrir à distância, de lhe enviar pequenas mensagens escritas através da porta e que ainda por cima parece ter um talento inato para aparecer sempre que a Norah se encontra numa situação mais complicada, como por exemplo, não conseguir alcançar os sacos das compras que foram deixados no alpendre. Mas o interesse de um rapaz nunca foi a cura milagrosa para nada, por mais fofo e giro que ele seja, quer isto dizer que a Norah pós-Luke continua a ser igual à Norah pré-Luke, com a melhoria de que o dia-a-dia dela começa a mudar um bocadinho agora, outro bocadinho depois, aos bocadinhos.

Coincidentemente eu partilho algumas obsessões e compulsões com a Norah (o meu problema com os germes é uma tragicomédia), acompanhadas de uma generosa dose de fobia social—o que torna taaão divertido fazer o que quer que seja, ir seja lá onde for, and just, you know, live—, querendo com isto dizer que percebi esta heroína, a sua história e como é extremamente frustrante estar consciente de que o que se está a fazer e a pensar não é normal e se calhar até totalmente irracional e ofensivo para outras pessoas MAS É IMPOSSÍVEL PARAR, porque, haha, o cérebro inventou aquele meme do “I do what I want”.

E não é por acaso que esta autora decidiu escrever sobre este tema, ela própria tem um longo historial com agorafobia, ataques de pânico e etc, o que significa que ela sabe do que está a falar, e o bónus é que conseguiu passar isso para o papel através da voz da Norah de uma tal maneira que eu às vezes até tinha de fazer uma pausa, respirar fundo, contar até dez e lá continuar. É realmente uma narração muito intensa, franca e completamente sem filtro, o que me impressionou e agradou bastante—partes mais difíceis de se ler incluídas.

Já o romance é super fofo, o Luke percebe as limitações da Norah, embora cometa erros pelo caminho, mas opá, eu nem sequer lhe consigo apontar o dedo porque é tão óbvio que as intenções dele são puras e as melhores e que o moço não tem um pingo de maldade a correr-lhe nas veias que… OPÁ, CRIANÇAS, RESOLVAM LÁ ISSO.

Em suma, uma história cativante, que aborda os problemas de saúde mental com honestidade e clareza, este que é tema que precisa ser levado a sério e não descartado como “manias” ou “maluquices”, uma história com uma heroína que tenta o seu melhor mesmo vivendo com este misto de condições tão debilitantes e que a isolam do mundo. Uma história que vale a pena.

4stars

EN | Goodreads | The Book Depository

A Study In Charlotte - 01 Mar

Autor: Brittany Cavallaro
Série: Charlotte Holmes, #1
Editora: Katherine Tegen Books
Publicado: Março, 2016 
Formato: ebook
Páginas: 336
ISBN: 0062398938
Idioma: Inglês

Sinopse: Jamie Watson has always been intrigued by Charlotte Holmes; after all, their great-great-great-grandfathers are one of the most infamous pairs in history. But the Holmes family has always been odd, and Charlotte is no exception. She’s inherited Sherlock’s volatility and some of his vices—and when Jamie and Charlotte end up at the same Connecticut boarding school, Charlotte makes it clear she’s not looking for friends.

But when a student they both have a history with dies under suspicious circumstances, ripped straight from the most terrifying of the Sherlock Holmes stories, Jamie can no longer afford to keep his distance. Danger is mounting and nowhere is safe—and the only people they can trust are each other.

Opinião:

Acho que vou desistir de ler YA inspirado em Sherlock porque esta já é a minha segunda tentativa depois do Every Breath da Ellie Marney e tive praticamente os mesmos problemas com as duas leituras, sendo que a minha maior queixa é sempre a personagem que incarna o próprio do Sherlock Holmes—neste caso, a Charlotte Holmes.

A Charlotte é a great-great-great-granddaughter do Sherlock e portanto é perfeitamente aceitável ela ter semelhanças de todo o género com ele e eu percebo que essa seja a ideia do livro que é assim tipo um retelling ou uma sequela com uma nova geração, mas opaaaá, que exagero que isto foi. A Charlotte é quase fotocópia do seu antepassado e eu achei isto totalmente cansativo, é que as semelhanças não são só as óbvias e as que eu já estava à espera, como o facto dela ser super inteligente e perceptiva, e claro, viciada em desvendar mistérios, mas no topo disto ela também é distante e anti-social, super talentosa no violino, dependente de drogas, entre outras coisas. Imagine-se que ela até tem um irmão mais velho que é capaz de mover o céu e a terra num estalar de dedos se for preciso. Exagero.

Outro dos meus problemas com esta personagem é que não consegui identificar-me ou preocupar-me com ela, por mais que tentasse. É tudo muito “poor little white, rich, thin, beautiful girl” para o meu gosto, por muito que ela tenha direito a ter os seus problemas apesar dos privilégios. O que me leva a outra coisa que me irritou um bocadinho, o facto da Charlotte ainda só ter 16 anos e já ter aqueles demónios interiores todos, bolas, lighten up a bit, will ya? Que coisa. Será que é preciso torturar assim tanto uma personagem para ela ter uma história?

E não quero spoilar ninguém mas não achei que autora tivesse lidado da melhor maneira com aquele episódio violento e traumático a envolver a Charlotte, está certo que o narrador é só o Jamie, e portanto, não há maneira de saber o que vai na cabeça dela acerca do assunto, mas isto é um assunto sério e grave e basicamente como leitora só sei como o Jamie foi afectado com isso. Sim, porque os feelings do love interest é que interessam quando uma coisa destas acontece à heroína. (???)

Nem sequer posso dizer que o caso que eles investigam é emocionante ou sequer interessante, porque realmente achei tudo muito fraquinho e aleatório. A autora usa um punhado de crimes repetidos da obra do Sherlock original e a ideia é a Charlotte e o Jamie parecerem os culpados e portanto eles têm de se ilibar. Maçador e previsível.

Conclusão: personagens com quem não me consegui importar, pseudo-mistério sem muito nexo e vilão muito óbvio, só não leva 1 estrela porque não acho que seja um livro horrível. Não trás nada de novo ou original tendo em conta tudo o que já foi feito com o franchise do Sherlock. Quem como eu já leu nem que seja um volume do original e viu filmes e séries não vai encontrar novidade alguma neste A Study in Charlotte.

2stars

Goodreads | The Book Depository

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Top Ten Tuesday, esta semana com o tema Books I’ve Added To My To-Be-Read List Lately, e eu prefiro antes usar o termo wishlist porque uso o to-be-read para livros que já tenho aqui comigo, prontos a serem lidos e um top desses basicamente seria igual às ultimas edições da Mailbox, e portanto, vou antes listar as minhas recentes adições à wishlist, que são aqueles livros que eu tenho curiosidade em ler porque gostei da sinopse ou porque já são autores que sigo. Esta lista em particular vai ter maioritariamente exemplos do primeiro caso.

1. The Bird and the Sword, Amy Harmon

2. All the Birds in the Sky, Charlie Jane Anders

3. If Birds Fly Back, Carlie Sorosiak

O grupo dos Birds. Não fiz de propósito, simplesmente aconteceu. A verdade é que soube destes três livros pela primeira vez quando andei a votar naquela primeira ronda dos Goodreads Choice Awards, eles estavam todos nomeados em diferentes categorias e o The Bird and Sword foi o que mais me chamou a atenção, primeiro porque estava nomeado em Fantasia mas pela capa não parecia nada e depois porque li a sinopse e, oh meu Deus, parece ser totalmente o meu cup of tea. A heroína foi amaldiçoada pela própria mãe e não pode falar e há magia e love e isto assim de repente nem me lembra de nada, de nadinha mesmo. *crazy laughter*

4. This is How it Happened, Paula Stokes

5. The Upside of Unrequited, Becky Albertalli

6. Sad Perfect, Stephanie Elliot

Três contemporâneos YA que pelas sinopses parecem ter potencial. O The Upside of Unrequited fala de uma heroína assim para o chubby que pelos vistos nunca teve um namorado e quando finalmente lhe aparece um interessado, também ele chubby, ela nem repara no moço. Evidentemente despertou-me o interesse porque adooooro unrequited love. Só me deixa assim um bocadinho preocupada o facto da sinopse também mencionar um outro rapaz. No love triangle, pls.

O Sad Perfect mete uma daquelas coisas que eu gosto sempre muito de ler sobre, e que são heroínas com uma condição de saúde peculiar, e portanto, quero.

7. You Don’t Know Me But I Know You, Rebecca Barrow

8. I See You, Clare Mackintosh

9. Geekerella, Ashley Poston

10. A List of Cages, Robin Roe

Super animada para o Geekerella, because of reasons, e oh meu Deus, já alguém deu uma espreitadela à sinopse no I See You? Creepy, creepy, scary.

O A List of Cages é o único deste top que já tenho aqui para ler, graças à Disney-Hyperion e à NetGalley. Parece que a história anda à volta de teens semi-problemáticos/chaotic good — sempre interessante.


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Mooooaaaanaaaa! Ela é tão linda e riquinha, eu não aguento, a sério.

E pronto, pessoal, já cheira a Natal.

Sete Minutos Depois da Meia-Noite — 03 de Novembro

(A Monster Calls)

Baseado no livro de Patrick Ness, A Monster Calls, que eu confesso já ter visto tantas vezes em todo o lado mas nunca me ter dado para sequer ler a sinopse e portanto não tinha ideia absolutamente nenhuma do que se tratava e entretanto vi o trailer e fiquei super surpreendida porque nunca imaginei que esta história envolvesse se facto um monstro, honestamente pensei que o título era uma metáfora.

* * *

O Primeiro Encontro — 10 de Novembro

(Arrival)

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Não sou grande fã da Amy Adams mas adoro filmes deste género, quero muito ver.

* * *

Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los — 17 de Novembro

(Fantastic Beasts and Where to Find Them)

Fantastic Beasts and Where to Find Them, adaptado da obra de J.K. Rowling que também escreveu o guião do filme—que inclusivamente vai ser publicado com esta capa aqui em cima à direita toda gira.

Eu não li o livro e tenho assim só um bocadinho de curiosidade em ver o filme, quer isto dizer que só o hei-de ver quando passar na televisão.

* * *

Uma História Americana — 17 de Novembro

(American Pastoral)

Baseado no livro de Philip Roth, Pastoral Americana na versão tuga. A história parece andar à volta daquela ideia da família americana perfeita que afinal não é assim tanto. Eu confesso que não estava à espera de gostar do trailer mas opaaaá a maneira como ele foi editado é completamente batota, esta cover do Mad World (penso que seja esta) é completamente hipnotizante, já para não falar que eu sempre tive um fraquinho por trailers que mais parecem music videos. Esta também é a estreia do Ewan McGregor na realização.

* * *

Shut In — Reféns do Medo — 17 de Novembro

(Shut In)

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Freaky, freaky. Como é que a Naomi Watts continua a cruzar-se com estas crianças demoníacas.

* * *

Animais Noturnos — 24 de Novembro

(Nocturnal Animals)

Parece que este é o mês da Amy Adams. Honestamente pelo trailer este parece ser um bocadinho pró chato, e ainda há o facto deste elenco para mim não ter sido exactamente a melhor escolha, é que não consigo, de todo, imaginar a Amy e o Jake Gyllenhaal como um casal com um historial tão grande que até já foram casados e agora estão divorciados. Opá, não consigo, não sei bem porquê. Anyway, baseado no thriller de Austin Wright,Tony & Susan“.

* * *

Vaiana — 24 de Novembro

(Moana)

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Porque raio mudaram o nome à miúda? Não percebo, a sério. Mas pronto, pormenores à parte, esta animação parece estar tãaaaaaooo linda!!😀 Ainda por cima lembra-me um bocadinho do Percy Jackson com aquela história dos demigods e a relação da Moana com a água.

I am still faaaaallllliiiiiing!

(Fonte: filmspot. Datas de estreia sujeitas a alteração)

E finalmente podemos ver coisas acerca do live action Beauty and the Beast, como por exemplo, a Belle a usar o vestido amarelo, a Belle a usar o vestido azul, e ainda *ta-dah!* o Beast.

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Muito elegante mas confesso que gostava que tivesse umas mangas, já que parece que alteraram o decote à moça. Ou não? Estas fotos não têm o melhor ângulo para perceber como é a coisa. Mas é muito bonito sem dúvida, gosto que não tenham exagerado, a versão mais xpto deste vestido realmente só fica bem na animação. E OMD, o cenário.

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Oh my God, será que estou a ver um pedacinho da biblioteca?😀

Já o Beast é sempre aquele problema, como lhe dar uma aparência beastly sem parecer fantochada? Parece que a solução que a arranjaram para esta versão da personagem é não lhe dar um focinho, a boca tem um aspecto totalmente humano (lá ver como serão os caninos), assim como o nariz. Gosto dos cornos enormes, hehe.

Outra coisa que estava para aqui a reparar é que este Beast veste-se de uma maneira muito formal, na animação acho que ele só usa o conjunto do casaco azul todo catita para aquele serão especial, ou seja, só se apruma todo uma vez, de resto é só camisas e capas, o que eu sempre achei que lhe dava assim um aspecto fofo e erm… interessante.  Afinal ele não é nada vaidoso com o seu aspecto e todos sabemos da trabalheira que foi dar-lhe banho, penteá-lo e enfiá-lo naquele fato. Pergunto-me se no filme ele só é mais desleixado antes da Belle chegar.

beautyandthebeast-pic2Beauty and the Beast (2017)
L-R: Josh Gad as Le Fou and Luke Evans as Gaston.beautyandthebeast-pic4

Menos, Gaston, muito menos.

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Olha o Lumiére tem mesmo um corpinho de metal, aw.

Estreia em Portugal a 16 de Março de 2017.




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