Reading slump BEGONE!!

OPÁ, tive umas férias abençoadas em termos de leituras, foram umas atrás das outras, não para, não respira, acaba um livro, começa outro, repete. Vou aproveitar o bom momento para escrever opiniões e tudo.

Li o dobro do que aqui está mas decidi fazer este post só com os favoritos do romance contemporâneo, género em que andei totalmente submersa nas últimas semanas. Todas estas leituras foram estreias para mim no que diz respeito às autoras.

Cá vai:

The Unhoneymooners de Christina Lauren (publicação Maio 2019) — Uma leitura rápida e muito divertida, baseada no típico enemies-to-lovers que eu AMO. Os protagonistas são a Olive e o Ethan, que não se podem ver à frente e no entanto vão desfrutar de uma lua-de-mel paradisíaca no lugar da irmã gémea da Olive, e do irmão do Ethan, que apanharam uma intoxicação alimentar no próprio copo-de-água.

Diverti-me à grande com estes dois que têm de fingir ser recém-casados por mais razões do que estavam à espera—é o chefe dela, é a ex dele, é o próprio hotel que pode descobrir a fraude—parece uma conspiração para que eles passem o tempo todo juntos. É entretenimento garantido sempre que eles têm de simular ser íntimos, o nível de desconforto combinado com a forte atracção que eles no fundo sentem um pelo outro atinge os píncaros—so much fun.

É quando eles voltam a casa que as coisas ficam subitamente mais sérias, há ali uns momentos mais angustiantes e o meu coração sofreu pela Olive. Tenho pena que o Ethan não tenha POVs (são todos da Olive) porque acho que era importante perceber o que lhe ia na alma, principalmente depois dele ter sido um jackass.

Não posso esquecer as personagens secundárias, a família da Olive é fantástica, adoro como eles são tão unidos, têm zero inibições em grupo, e especialmente como eles cuidam uns dos outros—o problema de um é o problema de todos.

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Fix Her Up de Tessa Bailey (publicação Junho 2019) — Ah, sim, a irmã mais nova que ninguém leva a sério e que é apaixonada desde sempre pelo jeitoso do melhor amigo do irmão, que por sua vez tem uma colecção de mommy&daddy issues por resolver. A certa altura também entra aqui a fake-relationship. Basicamente uma combinação de vários dos meus romance tropes de eleição.

Os protagonistas são a Georgie e o Travis, e eu juro que não estava mesmo a ver como é que isto ia sequer *começar* a acontecer. Ela parece ser a mulher mais intocável do mundo para ele, o que me deixava assim com o coração apertadinho, apertadinho. Até que plot twist! e a Georgie já não é a mulher invisível.

Pontos fortes: toda a luta interior, toda a angústia, todas as tentativas falhadas do Travis de não se envolver com a Georgie, todo o percurso deles. Só fiquei um bocadinho de pé atrás com as cenas steamy porque tirando aquela primeira que me deixou cheia de calores, tudo o resto foi exagerado na minha opinião.

Outro ponto forte desta narrativa são as personagens secundárias. A irmã da Georgie é o meu spirit animal.

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The Bride Test de Helen Hoang (publicação Maio 2019) — Um arranged-marriage dos tempos modernos. Os protagonistas são a Esme e o Khai, ele que é autista e acha-se incapaz de sentir coisas, e ela que aceita ser uma espécie de mail-order bride escolhida pela própria mãe do Khai.

Outra leitura super rápida e que me deixou com aquele sorriso de orelha a orelha. O Khai acredita mesmo ser incapaz de amar e tem todo um conjunto de regras e manias inerentes à sua condição que tornam a relação dele com a Esme em algo extra cativante. Não estou a tentar romantizar o autismo, mas que foi fascinante ver, por exemplo, a maneira como eles ultrapassam a cena dele não lidar muito bem com o contacto físico, lá isso foi.

Aliás, a autora fez questão de dar à Esme uma personalidade completamente sem preconceitos nesse aspecto, de forma que ela trata o Khai da mesma maneira antes e depois de saber do autismo—quando inicialmente ela nem sabe o que isso é. Para ela ele é simplesmente o Khai, e se ele suporta ou não ser tocado assim ou assado ela nem questiona e respeita. Super comovente.

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The Wall of Winnipeg and Me de Mariana Zapata (publicação Fevereiro 2016) — Comecei a ler este num certo dia já passava da meia-noite e só parei sete capítulos depois quando já ouvia os passarinhos chilrear de manhã e os meus olhos davam as últimas. É completamente viciante, page-turner, dormir-é-para-fracos-e-para-quem-não-tem-este-livro-à-frente.

Os protagonistas são a Vanessa e o colosso do Aiden, ele um atleta profissional, e ela a sua personal assistant—até que ela se demite. E o Aiden, que é o gajo mais reservado e imperturbável do Universo, faz-lhe uma proposta totalmente inesperada. AMEI a evolução da relação destes dois, aquilo acontece muuuito devagar, devagarinho, quase parado, e depois lá avança uns milímetros, só para fazer marcha atrás na cena seguinte e só então continuar a avançar, devagar, devagarinho… ao ponto de eu premiar a Vanessa e o Aiden com o troféu SLOWEST SLOW BURN EVER. Entenda-se que não estou a reclamar, porque slow burns são a minha praia. E este foi, sem dúvida, um daqueles casos: quanto mais se prolonga e me faz sofrer, mais eu sei que o desfecho vai ser estrondoso e me deixar de rastos.

Fiquei fã do estilo de escrita da Mariana Zapata, que é capaz de estar a descrever ao pormenor uma cena banal em que a Vanessa está, sei lá, a fazer uma salada de quinoa, e eu ali a ler com o coração aos saltos a desconstruir todo aquele momento para a posteridade. Caiu mesmo nas minhas boas graças. Cinco estrelinhas brilhantes, musculadas, duras, com pêlos no peito e tudo e mais alguma coisa.

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The Hating Game de Sally Thorne (publicação Agosto 2016) — Um enemies-to-lovers office romance e opaaaaá, porque é que ninguém me disse que isto era TÃO bom?? A angústia de saber que a Lucy e o Joshua já andam aí desde 2016 e eu não sabia de nada—o meu coração CHORA.

Mas a sério, ia nem a meio deste livro e não me conseguia lembrar da última vez que uma leitura me tinha feito rir tanto. A Sally Thorne é absolutamente genial a construir diálogos e a descrever até ao pormenor a insanidade que é ter a Lucy e o Josh numa cena juntos. É que eles não dão tréguas, é ataque atrás de ataque, eu ainda estou a tentar processar uma cena e uma porção de diálogo com todos os seus hidden meanings, e eles já estão engalfinhados noutra situação qualquer que requer 200% da minha concentração. É DE LOUCOS.

Adoro a maneira como a Lucy narra e principalmente esmiuça todo o comportamento do Josh, porque para além das observações dela serem hilariantes—porque eles “odeiam-se” não é…—também são essenciais para perceber o Josh e o que ele sente por ela no grande esquema das coisas. Eles são tão tapadinhos, a sério—uma das minhas coisas favoritas é quando a Lucy descreve um Mirror Game entre eles e eu só pensava, ó sua tonta, duas pessoas só se copiam nos gestos dessa maneira quando estão loucamente atraídas uma pela outra, mas naaaãooo, para a Lucy aquilo é só mais uma competição que ela deve ganhar a todo o custo, die, Joshua, die! *facepalm*

Ponto fortíssimo: o slow burn que é totalmente off the charts, agonizante, palpável. Então quando eles se cansam de fingir que se odeiam, salta a tampa da Lucy e dá-se assim uma explosão de dimensão nuclear POOOOF!! Não devo estar a fazer sentido algum mas este livro deixa-me assim. Ele é tão bom, tão bom, mas tão bom, que deixo de fazer sentido. RECOMENDO TANTO. Ainda por cima dos livros que figuram neste post este é o único que está disponível em português, Odeio-te e Amo-te, pela ASA.

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À awesomeness que é este livro acresce o facto de que ele vai ser adaptado ao cinema com a Lucy Hale e o Robbie Amell nos papéis principais. E eles são tão lindos e tão jeitosos, obrigada, casting gods.


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YAY, um post! Muito à semelhança de 2017, 2018 não foi o melhor ano em termos de leituras para mim, li muito pouquinho, comprei muito pouquinho, e reviews nem vê-las. Portanto, desejo a mim mesma (e para quem estiver a precisar) um 2019 ene vezes melhor neste aspecto. Do it.

Compras

The Other Miss Bridgerton (The Rokesbys, #3) — Julia Quinn | TBD

The Duchess Deal (Girl Meets Duke, #1) — Tessa Dare | TBD

Renegades (Renegades, #1) — Marissa Meyer | TBD

As minhas últimas compras do ano foram então estes três tesourinhos, o mais recente da Julia Quinn que, segundo a sinopse, tem uma passagem por Portugal (holy shet); The Duchess Deal da Tessa Dare é o primeiro volume da mais recente série da autora, o segundo foi publicado no ano passado e este ano sai o terceiro, espero gostar tanto desta série como gostei da Castles Ever After. E finalmente comprei o Renegades da Meyer, não sei porque é que adiei este tempo todo, até já saiu a sequela e eu aqui feita parva.

 

E aqui ficam mais fotos das minhas compras junto da minha árvore de Natal, aw. Bom ano!


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Antes de começar a escrever este artigo fui olhar para a minha última Mailbox e ela começa assim: “A primeira Mailbox de 2017…”. E portanto, foi a primeira e a última, coisa que eu temo e suspeito que se vá repetir este ano.

Mas vamos lá ao que interessa, aqui estão as minhas últimas aquisições, ofertas e wins:

Compras

The Pocket Scavenger — Keri Smith | TBD

This Is Not a Book — Keri Smith | TBD

Magnus Chase and The Hammer of Thor — Rick Riordan | TBD

All the Crooked Saints — Maggie Stiefvater | TBD

Strange the Dreamer — Laini Taylor | TBD

Mais Keri Smith, depois de ter achado imensa piada ao Wreck This Journal; Rick Riordan! que saudades daquela trupe; e os tão esperados novos livros da Laini e da Maggie—que devido ao atraso deste post já não são tão novos assim—têm umas capas lindas.

Ofertas/Giveaway wins

Thorn — Intisar Khanani | TBD

Saint Anything — Sarah Dessen | TBD

Quiet Girl in a Noisy World — Debbie Tung | TBD

O Thorn foi um giveaway win num passatempo da Jen Ryland no ano passado, é um fairytale retelling; o Saint Anything foi uma oferta de uma espécie de pen pal, já li e não faço ideia se vou fazer review ou não, gostei assim assim; o Quiet Girl é uma colecção de web comics e foi uma oferta de aniversário.

As belas das capas.

Gostava de ter talento para a fotografia mas não tenho e pronto, é o que se arranja.


english-post* * *

Participant: jen7waters
The Bout of Books read-a-thon is organized by Amanda Shofner and Kelly Rubidoux Apple. It is a week long read-a-thon that begins 12:01 am Monday, May 14th and runs through Sunday, May 20th in whatever time zone you are in. Bout of Books is low-pressure. There are challenges, giveaways, and a grand prize, but all of these are completely optional. For all Bout of Books 22 information and updates, be sure to visit the Bout of Books blog. – From the Bout of Books team

 * * *

Officially signed-up for the Bout. God, I feel so awkward—been away from blogging for so long, do I even know HOW. Long story short: I’m on vacation and with lots of time to spare so let’s do this.

Goals

  • Read every single day
  • Participate in at least 3 challenges
  • Interact with fellow readathoners
  • Read the following books:

 

 

 

Updates

 

Day 1 | May 14

Reading progress: 25% of The Woman in the Window

Challenge: Introduce yourself #insixwords — Introvert not always trying her best

Day 2 | May 15

Reading progress: got to 50% of The Woman in the Window

Challenge: Year of You (thanks to Courtney Lynn) — Share a book that was published the year you were born. If you don’t wish to disclose your age (that’s fine; you’ll get no judgment either way here), pick a book that was significant to your childhood.

I was born in the magical year of 1985 and I’m so happy to share a book that’s a favorite of mine, by a super favorite author and that is… *drum roll*… FIRE AND HEMLOCK BY DIANA WYNNE JONES, first published by Greenwillow Books.

fireandhemlock

Fire and Hemlock (first edition, 1985) Image by Open Library

I read this book back in 2016 and even though I was already acutely aware of DWJ’s uncanny way of storytelling, my mind was blown just like the first time I read DWJ. This was even more remarkable because Fire and Hemlock is a retelling of “Tam Lin”,—the guy who is trapped by an evil fey queen and in need of rescue from the maiden who is his true love— again, something I was familiar with having read Tam Lin retellings before. But DWJ was something else and so is her work. I actually reviewed this book if anyone feels like wanting to know more about my feelings on the subject. 1985=MAGICAL. B-)

Day 3 | May 16

Reading progress: Finished The Woman in the Window; started Wintersong

Challenge: Show Me Your Precious

Day 4 | May 17

Reading progress: Read about 10% of Wintersong (not a very good day)

Challenge: Read Alikes (thanks to Erica @2020hines_sight) — If you liked a particular book, then recommend a book(s) similar to the one you liked. If you’ve played our “If you like . . . try . . . ” challenge before, you’ve got the idea! 

I’m actually going to recommend the book I finished yesterday for the read-a-thon, The Woman in the Window by A.J.Finn, for those who enjoyed The Girl on the Train by Paula Hawkins. Definitely read both if you’re a mystery/thriller fan.

 

 

Day 5 | May 18

Reading progress: Had to DNF Wintersong at 20% because I disliked the heroine so much and other reasons; started reading Buried by C.J. Carmichael.

Challenge: Space Scavenger Hunt (thanks to Liz @LizHannah25)

Mercury – Favourite short story/novella

22914373(Matt de la Pena’s story!)

Venus – Favourite book with female protagonist & Earth – Favourite book about nature/nature word in the title

480384

Mars – Favourite book with a red cover

20443235
Jupiter – Favourite tome over 500 pages

13206828
Saturn – Favourite book with circle/ring on the cover/in the title

21060(a crown is a circle? it’s the best I could do—really love this book)

Uranus – Favourite book set in winter

161887
Neptune – Favourite book set at sea, on a boat, or under water

15827344
Pluto – Favourite books featuring a dog/with a dog on the cover

763481
Moon – Favourite book set anywhere other than Earth

13618440
Sun – Favourite book set in summer
Space – Favourite book set in space

18296615

Day 6 | May 19

Reading progress: read about 20% of Buried

Challenge: Share Your Favorite Bout of Books Moment

Day 7 | May 20

Reading wrap-up: Read The Woman in the Window by A.J. Finn, and 80% of Buried by C.J. Carmichael. Gave up on Wintersong around 20% (no regrets!). I really needed this read-a-thon, having neglected my to-be-read pile for so long. One book + 80% might not seem much but means a lot to me. Hope I can participate in the next Bout!

 


*RISES FROM THE DEAD*

WITH HOT NEWS!!

Ei, pessoas! 😀 Pois é, ando super hiper mega preguiçosa e francamente com falta de tempo para postar coisas aqui no blogue (ou para ler sequer *sadface*e tenho vergonha, e saudades, e ai que preciso tanto de organizar melhor o meu tempo. To adult is hard. 

Entretanto voltei dos mortos só para gritar aqui a novidade de que VEM AÍ UMA NOVA TRILOGIA DA JULIET!!! Ela postou esta semana sobre o assunto na Fan Page do Facebook e oh meu Deus, a descrição é assim uma coisa:

“Sci-Fi/Fantasy: Juliet Marillier’s Warrior Bards Trilogy, a new series, about an organization of elite operatives — MI6 in a medieval-style fantasy world — who use magic, song, poetry, weapons, and combat skills to solve crimes and protect the public.” (Publishers’ Marketplace)

Quer dizer, WARRIOR BARDS!!

WARRIOR.

BARDS.

Vem me logo à ideia um bando de Faolans a impor a justiça com uma coreografia combinada de punhos, instrumentos musicais e muita badassery.

Sem esquecer aquela parte mui importante que menciona “magic, song, poetry… to solve crimes and protect the public”. Holy shet.

A parte menos boa desta história é que o primeiro livro desta trilogia tem data de lançamento prevista para 2019… ouch. Isto é, a edição americana, a tuga sabe Deus quando vai estar à venda.

Portanto agora só resta ir imaginando Luke Evanses e Jones Snow lookalikes como partes integrantes desde bando de Warrior Bards e esperar… esperar…

Nota: para adicionar no Goodreads: AQUI.


Behold! a bela da capa e a sinopse do novo livro da Maggie Stiefvater!

Opá, opá, opá estou tão em pulgas para ler isto. Esta autora tem ideias tão loucamente originais e personagens tão extraordinárias com as vozes narrativas mais geniais e sarcásticas que eu fico a tremer só de pensar na awesomeness que aí vem. Ainda por cima este livro passa-se nos anos 60 e mete magia e santos e milagres e todas essas coisas místicas que Maggie é tão boa a escrever sobre.

E esta capa é tão linda, oh meu Deus. As rosas que parecem tattoos e a coruja. Oh meu Deus. All the Crooked Saints é um standalone e tem publicação prevista para Outubro deste ano.

Mais detalhes e uma entrevista sobre o livro à Maggie aqui.

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Título: All the Crooked Saints
Autor: Maggie Stiefvater
Editora: Scholastic Press US
Páginas: 288
Publicação: 10 Outubro, 2017
Formato: Hardback
ISBN: 9780545930802
Idioma: Inglês

Sinopse: Saints. Miracles. Family. Romance. Death. Redemption.

The book takes place in the 1960s in Bicho Raro, Colorado and follows the lives of three members of the Soria family—each of whom is searching for their own miracle. There’s Beatriz, who appears to lack feelings but wants to study her mind; Daniel, the “Saint” of Bicho Raro, a miracle worker for everyone but himself; and Joaquin (a.k.a. Diablo Diablo), who runs a pirate radio station at night.

“The Soria family are saints as well, and the miracle they perform for pilgrims to Bicho Raro is as strange as most miracles are: They can make the darkness inside you visible. Once the pilgrims see their inner darkness face to face, it’s up to them to perform another miracle on themselves: banishing the darkness for good. It can be a tricky business to vanquish your inner demons, even once you know what they are, but the Sorias are forbidden to help with this part. They’ve all been told that if a Soria interferes with the second miracle, it will bring out their own darkness, and a saint’s darkness, so the story goes, is a most potent and dangerous thing.” – Maggie Stiefvater, EW interview.

 

 


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Como tudo o resto neste blogue ultimamente, o post das Estreias deste mês vem super atrasado, mas aqui está ele.

Portanto este foi/ainda é o mês das estreias de vários filmes nomeados para os Oscars deste ano que são já no próximo domingo, com transmissão em directo na Sic, às tantas da madrugada.

Elementos Secretos — 02 de Fevereiro

(Hidden Figures)

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Queria mesmo ter ido ver ao cinema, sigh. Gosto tanto da Taraji P. Henson.

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Fragmentado — 02 de Fevereiro

(Split)

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Outro que gostava de ver, porque aprecio toda a extreme weirdess & whatdafuqery vinda da cabeça do M. Night.

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Jackie — 09 de Fevereiro

(Jackie)

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Jackie. Eu até gosto bastante da Natalie Portman mas confesso que biopics não são de todo a minha praia.

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Rings — 09 de Fevereiro

(Rings)

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First you watch it, then you die. Mais do mesmo.

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Lego Batman: O Filme — 16 de Fevereiro

(The Lego Batman Movie)

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Opá o trailer é tão bom. A sério, este Lego Batman parece estar 89755367896 vezes melhor que o Batman v Super-Homem.

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John Wick: Capítulo Dois — 23 de Fevereiro

(John Wick)

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E Keanu Reeves, o homem que não envelhece como o comum dos mortais, está de volta. E eu tenho a impressão que nunca cheguei a ver o primeiro John Wick.

* * *

T2: Trainspotting — 23 de Fevereiro

(T2: Trainspotting)

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Idem. Acho que nunca vi o primeiro Trainspotting, nem faço ideia do que se trata, esta que é a adaptação do livro de Irvine Welsh.

* * *

Vedações — 23 de Fevereiro

(Fences)

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Fences é adaptado da peça de teatro com o mesmo nome pela autoria de August Wilson e oh—meu—deus, custa tanto ver o Denzel Washington em modo tough love para o filho e a fazer a Viola Davis chorar. Sadface.

(Fonte: Filmspot. Datas de estreia sujeitas a alteração.)



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