O primeiro trailer da adaptação de If I Stay, ou Se Eu Ficar na edição tuga, da Gayle Forman, ainda sem data prevista de estreia para Portugal (22 de Agosto para os EUA):

Aguenta coração!

Gostei tanto deste livro. É tão triste, mas tão bom.

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waitingonwednesdayO Waiting on Wednesday é um blog hop semanal em que se posta sobre livros cuja publicação se espera *ansiosamente*.

Este meme é da autoria do Breaking the Spine.

E esta semana no WOW, The Wizard’s Promise, de Cassandra Rose Clarke, o primeiro volume da nova duologia (neste momento a um preço excelente no BookDepo):

The-Wizards-PromiseTítulo: The Wizard’s Promise
Autor: Cassandra Rose Clarke
Série: The Hanna Duology #1
Editora: Strange Chemistry
Publicação: 01 Maio, 2014
Formato: Paperback
Páginas: 336
Idioma: Inglês

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Sinopse: All Hanna Euli wants is to become a proper witch—but unfortunately, she’s stuck as an apprentice to a grumpy fisherman. When their boat gets caught up in a mysterious storm and blown wildly off course, Hanna finds herself further away from home than she’s ever been before.As she tries to get back, she learns there may be more to her apprentice master than she realized, especially when a mysterious, beautiful, and very non-human boy begins following her through the ocean, claiming that he needs Hanna’s help.

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Tão, tão linda esta capa. (*-*)


through-the-ever-night-1Autor: Veronica Rossi
Série: Under the Never Sky, #2
Editora: Atom
Publicação: Janeiro, 2013
Formato: Paperback
Páginas: 341
Idioma: Inglês

Sinopse: It’s been months since Aria learned of her mother’s death.
Months since Perry became Blood Lord of the Tides, and months since Aria last saw him.
Now Aria and Perry are about to be reunited. It’s a moment they’ve been longing for with countless expectations. And it’s a moment that lives up to all of them. At least, at first.
Then it slips away. The Tides don’t take kindly to former Dwellers like Aria. And the tribe is swirling out of Perry’s control. With the Aether storms worsening every day, the only remaining hope for peace and safety is the Still Blue. But does this haven truly exist?
Threatened by false friends and powerful temptations, Aria and Perry wonder, Can their love survive through the ever night?
In this second book in her spellbinding Under the Never Sky trilogy, Veronica Rossi combines fantasy and sci-fi elements to create a captivating adventure-and a love story as perilous as it is unforgettable.

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Opinião:

Tinha muito medo desta sequela—daí ter demorado taaaanto tempo a pegar no livro—mas mal comecei a ler, a história tornou-se de tal maneira viciante que me esqueci completamente porque é que tinha medo antes.

A Rossi fez um trabalho estupendo neste volume, avança na história sem encher chouriços, ou repetir dramas, embora eu não tenha gostado nada daquela fase em que a Aria e o Perry passam tanto tempo separados, ainda por cima porque ele passa o tempo todo com macaquinhos na cabeça acerca da relação da Aria com o Roar, de tal maneira que fui obrigada a rolar os olhos nas órbitas algumas vezes—chateia-me que isso tenha acontecido com esta série.

A história é retomada exactamente no ponto onde o Under the Never Sky tinha ficado, com o reencontro da Aria e do Perry que acontece mesmo no final do primeiro livro. A Aria segue com ele para o acampamento dos Tides, mas eles decidem que vão esconder que são um casal de maneira a dar um tempo ao pessoal para se habituar à Aria, e aceitá-la como um membro da tribo. Claro que no início quase toda a gente a olha com desconfiança, alguns mesmo com ódio, e não demora muito a alguém tentar matá-la. Esta fase do livro foi especialmente emocionante, fiquei com o coração apertadinho, apertadinho pela Aria, e mais ainda quando ela toma aquela decisão de ir salvar o Talon com Roar, sem dizer nada ao Perry. Heartbreak. (-__-)

Antes de irem atrás do Talon, eles param no acampamento do mafioso, horroroso, deixa-me-com-a-pele-galinha Sable, e lá encontram a Liv, a irmã do Perry, e a amada do Roar. Gostei muito desta personagem, ela que é uma espécie de Xena, a Princesa Guerreira, e dói-me o coração não só pelo que lhe acontece neste livro, mas por toda a sua história. PORQUE É QUE ELA NÃO PODE SIMPLESMENTE SER FELIZ COM O ROAR, PORQUÊ.

Entretanto a Aria também se alia a uma personagem que eu nunca pensei voltar a ver, ou muito menos vir a gostar: Soren; mas ele surpreendeu-me, e embora seja muito idiota, é um homem de palavra, e mais importante que isso, indispensável para recuperar o Talon. Foi com algum choque que dei por mim a apreciar os capítulos em que ele entra, e mais tarde, a ‘shipá-lo’ com a Brooke, outra personagem que nunca pensei vir a gostar.

O final foi tão emocionante como o início, em parte por causa do segundo reencontro da Aria e do Perry, mas também porque os Tides passam a olhar para a Aria com outros olhos—aleluia.

O que acabou por me chatear mais do que qualquer outra coisa, foi o Perry interessar-se durante breves momentos por um animal chamado Kirra—o grande mentecapto! Tão, tão gross, e desnecessário. Acho que só vou ter paz quando ele contar à Aria o que se passou, porque ela merece saber.

Em suma, foi um excelente segundo volume, a história avança, coisas importantes acontecem, o romance continua forte e embora a Aria e o Perry já sejam um casal desde o livro #1, a autora consegue manter a relação deles interessante, estupidamente deliciosa, e sem sequer ser o foco da história. E porque acho que merece ser dito: tal como no primeiro livro, não há cliffhanger do mal no fim, tenho a impressão que a Rossi nunca recebe crédito o suficiente por isso.

4stars

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Aqui fica o primeiro trailer da adaptação do livro de Gillian Flynn, Gone Girl, ou na edição tuga, Em Parte Incerta, com estreia prevista para 02 de Outubro, em Portugal:

Bem creepy! Tenho de ler o livro.

courtesy Loose Gravel Press

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Os dois primeiros livros da série The Dark Elite, de Chloe Neill, neste momento a preço de saldo no Book Depository.

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As the new girl at the elite St. Sophia’s boarding school, Lily is surrounded by an ultra-rich bratpack. She’s pretty sure her spoiled, petty, fashion-obsessed classmates are the most monstrous things she’ll have to face, and surviving them and their cruel practical jokes is proving even tougher than the homework…

But on top of being the punchline to every joke, Lily’s hearing strange noises and seeing bizarre things in the shadows of the creepy building. All building have their creaks and groans—but Lily could swear that she’s being watched.

The only thing keeping her sane, so far, is her roommate Scout. But something strange is going on there too—Scout keeps disappearing late at night, reappearing bruised and tired, and she won’t tell Lily where’s she’s been… until, that is, a prank leaves Lily trapped in the catacombs beneath the school. Lost in the dark Lily hear’s footsteps heading towards her—it’s Scout and she’s running from a real monster.

Scout is part of a group of rebel teens with unique magical talents, sworn to protect the city against demons, vampires, and Reapers: magic users who’ve been corrupted by their power. Much as Lily would love to help, it’s too dangerous without powers of her own—especially if she’d have to go up against the firespell herself…

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* * *

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Lily Parker is new to St Sophia’s School for Girls, but she’s already learned that magic can be your best friend… or your worst enemy. So they say absolute power corrupts absolutely. But it turns out even a little bit of magic can turn you to the dark side. That’s why Lily has to learn how to control her newly discovered abilities and quickly, on top of avoiding the snobs who think they run her school, nursing a crush on a cute sophomore with a big, werewolfy secret, and fighting the good fight with her best friend Scout as they take on Chicago’s nastiest nightlife—including the tainted magic users known as the Reapers.

All that’s even before Lily’s invited to a private meeting with Sebastian. He’s hot, he’s powerful, and he’s offering to help her harness the magic flowing through her veins in a way that no one else can. He’s also a Reaper. Lily can’t help but be suspicious of his offer. But she also needs his help. It seems that the line between good and evil isn’t quite so clear as she thought…

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Esta semana na Mailbox:

in-my-mailbox-137-1The Book Depository | The Book Depository

Cruel Beauty — Rosamund Hodge

Stolen Songbird, The Malediction Trilogy #1 —  Danielle L. Jensen

Eeeeek, tão animada para o Stolen Songbird! :D

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Autor: Marie Rutkoski
Série: The Winner’s Trilogy, #1
Editora: Farrar, Straus and Giroux
Publicação: 04 Mar, 2014
Formato: Hardcover
Páginas: 355
Idioma: Inglês
 
Sinopse: Winning what you want may cost you everything you love.
As a general’s daughter in a vast empire that revels in war and enslaves those it conquers, seventeen-year-old Kestrel has two choices: she can join the military or get married. But Kestrel has other intentions. One day, she is startled to find a kindred spirit in a young slave up for auction.
Arin’s eyes seem to defy everything and everyone. Following her instinct, Kestrel buys him—with unexpected consequences. It’s not long before she has to hide her growing love for Arin. But he, too, has a secret, and Kestrel quickly learns that the price she paid for a fellow human is much higher than she ever could have imagined.
Set in a richly imagined new world, The Winner’s Curse by Marie Rutkoski is a story of deadly games where everything is at stake, and the gamble is whether you will keep your head or lose your heart.

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Opinião:

Uma das novidades do ano por que mais esperei e desesperei, afinal o hype era tanto, e eu sou apenas humana. Não conhecia a autora, e no geral fiquei impressionada com a escrita, gostei especialmente do worldbuilding, porque acho que a Rutkoski consegue contar muita coisa evitando o infodump, o que é sempre uma mais valia.

Basicamente o que se passa é que uns tipos loiros tomaram o país de uns tipos morenos, e escravizaram-nos. No entanto, a história começa vários anos depois disso, quando a heroína, Kestrel, filha do número um das forças armadas, certo dia vai ao mercado e compra um moço muito jeitoso porque supostamente ele sabe cantar, e ela é doida por música—foi só mesmo por causa disso, não houve segundas intenções (¬‿¬). Este escravo, Arin, acaba por se tornar no escort da Kestrel para todo o lado, embora ela não seja propriamente uma donzela em apuros, já que neste mundo, homens e mulheres recebem treino de combate por igual, e usam facas à cintura em todas as ocasiões.

A relação deles vai evoluindo ao longo da história, mas este é definitivamente um slow burning romance, e se calhar sem a intensidade que eu gostaria que tivesse; durante grande parte do livro a Kestrel até acha que o Arin tem uma namorada, e ele não lhe liga nenhuma. Para dizer a verdade, estes dois não têm uma relação normal em nenhum sentido, nem como dona&escravo, nem como inimigos, nem como love interests.

Há um twist mais ou menos a meio do livro, em que os papéis dos dois, e da sociedade, se invertem, e é engraçado ver como quase nada muda entre eles. Quer seja um ou outro com o “poder”, eles não conseguem parar de se tratar como iguais e de se proteger um ao outro, mesmo que isso os prejudique, mesmo que eles finjam que se odeiam, e mesmo com os ene obstáculos entre os dois.

Algo que notei foi a diferença entre a primeira e a segunda metade do livro no que diz respeito ao avanço da história—numa primeira parte, quase que se sabe o que acontece diariamente na vida da Kestrel, e na segunda, as coisas parece que acontecem muito rápido e com uns saltos temporais de vários dias. Pergunto-me se era essa a ideia ou se a autora ficou sem tempo para ir com mais calma.

Um coisa que me chateou foi o final, porque como qualquer leitora no seu perfeito juízo, detesto cliffhangers; mas foi mais do que isso, é que não gostei nada, nada daquele ultimato que foi feito à Kestrel—achei muito forçado, completamente desnecessário, e algo que me deixou num estado de raiva pura, afinal nesta sociedade as senhoras pareciam estar em pé de igualdade com os homens, mas no fim, o Imperador consegue comportar-se como um daqueles atrasados que fazem arranjinhos estratégicos e irrecusáveis para os filhos. Para além de que esta situação me vai enlouquecer até sair o próximo livro da série.

Em suma, não foi um estrondo, mas foi muito bom (e sem triângulo amoroso, yay!), quero mais, e fico contente por ter apostado no hardcover.

Nota: a “curse” do título não é exactamente o que estava à espera.

4stars

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