Cold-Hearted RakeAutor: Lisa Kleypas
Série: The Ravenels, #1
Editora: Avon Books
Publicado: 27 Outubro, 2015 
Formato: Paperback
Páginas: 402
ISBN: 9780062371812
Idioma: Inglês

Sinopse: A twist of fate…
Devon Ravenel, London’s most wickedly charming rake, has just inherited an earldom. But his powerful new rank in society comes with unwanted responsibilities… and more than a few surprises. His estate is saddled with debt, and the late earl’s three innocent sisters are still occupying the house… along with Kathleen, Lady Trenear, a beautiful young widow whose sharp wit and determination are a match for Devon’s own.

A clash of wills…
Kathleen knows better than to trust a ruthless scoundrel like Devon. But the fiery attraction between them is impossible to deny—and from the first moment Devon holds her in his arms, he vows to do whatever it takes to possess her. As Kathleen finds herself yielding to his skillfully erotic seduction, only one question remains:
Can she keep from surrendering her heart to the most dangerous man she’s ever known?

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Opinião:

Tenho cá pra mim que isto é um sinal do Apocalipse, portanto, preparem-se para o Dia do Juízo Final, pessoas, porque: EU NÃO GOSTEI DE UM CASAL DA LISA KLEYPAS.

Opaaaá, a Katheleen não podia ser mais hipócrita e chatinha, tal como o Devon não podia ser mais arrogante e desagradável em todos os sentidos. Tirava-me do sério sempre que ela se fingia de uma senhora muito digna e confiante mas lá aparecia o malcriado do Devon a mandá-la fazer isto e aquilo e ela reclamava mas, Deus do céu, obedecia. *shudders* E pior! Apaixona-se por ele sob estas circunstâncias (???). A sério, foi tão fácil perder o respeito e qualquer tipo de estima por esta personagem.

E claro que não gostar dos protaginistas foi meio caminho andado para não gostar do romance, que ainda por cima é construído por: discussão, cena steamy, discussão, cena steamy. Arrrgh. E eu já disse que o Devon é um asqueroso? O que significa que nenhuma das *várias* cenas steamy fez coisas pelas minhas lady parts. O que também é uma estreia para mim com os livros da LK.

Então e porque é que ainda assim este livro leva três estrelas, o que não deixa de ser um rating positivo? Bem, porque gostei muito das personagens secundárias, as gémeas Cassandra e Pandora são totalmente malucas e amorosas e o que eu não me ri com elas, o irmão do Devon, West, também é uma personagem que me surpreendeu muito, adoro a maneira como a Lisa o transformou lentamente de um tipo que não se importava com nada nem com ninguém e que andava sempre nos copos, no irmão mais velho destas primas que ele nem sequer conhecia. E gostei especialmente do início do romance da Helen, a irmã mais velha das gémeas, e do Rhys, porque eu amo o trope do herói magoado/doente e preso à cama que precisa dos cuidados de uma alma caridosa. Só é pena que fiquei com as expectativas lá em cima para o livro destes dois mas, oh dear, correu tão mal—mais sobre isso na opinião seguinte.

3stars

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* * *

Marrying Winterborne

Autor: Lisa Kleypas
Série: The Ravenels, #2
Editora: Avon Books
Publicado: 31 Maio, 2016 
Formato: Paperback
Páginas: 416
ISBN: 9780062371850
Idioma: Inglês

Sinopse: A ruthless tycoon
Savage ambition has brought common-born Rhys Winterborne vast wealth and success. In business and beyond, Rhys gets exactly what he wants. And from the moment he meets the shy, aristocratic Lady Helen Ravenel, he is determined to possess her. If he must take her virtue to ensure she marries him, so much the better…

A sheltered beauty
Helen has had little contact with the glittering, cynical world of London society. Yet Rhys’s determined seduction awakens an intense mutual passion. Helen’s gentle upbringing belies a stubborn conviction that only she can tame her unruly husband. As Rhys’s enemies conspire against them, Helen must trust him with her darkest secret. The risks are unthinkable… the reward, a lifetime of incomparable bliss. And it all begins with… marrying Mr. Winterborne.

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Opinião:

E realmente foi por causa de ter gostado tanto da Helen e do Rhys no Cold-Hearted Rake que o livro deles me chateou ainda mais. Primeiro, não apreciei nada que o título me tivesse enganado um bocadinho porque pensei que “Marrying Winterborne” ia dar continuação àquele início de romance tão awkward entre a Helen e o Rhys no primeiro livro e prosseguir com aquela espécie de casamento arranjado/por conveniência—este é outro trope que eu adoro, gosto de ver o casal começar na estranheza e apaixonar-se lentamente ao longo da história, mas no luck, porque o “marrying” só acontece no final.

Segundo, tal como aconteceu com o casal do primeiro livro, não gostei nada que a relação deles se tenha baseado em inúmeras cenas steamy, em retrospectiva é quase a única coisa que me lembro deles fazerem sempre que estavam juntos, ao ponto de me apetecer passar essas cenas à frente. (Imagine-se!)

Terceiro, não gostei nada da maneira como o Rhys às vezes perdia a cabeça e parecia um toiro enraivecido, ou da maneira como ele fica obcecado pela Helen assim de um momento para o outro, e muito menos da maneira como ele a domina e controla—comprometer a amada pode ser uma linha de enredo bem interessante e até engraçada neste género de romance, mas de facto neste caso não funcionou para mim. Achei tudo assim muito pró …creepy.

E quarto, este livro é só drama, drama, drama. Se não fosse a Cassandra e a Pandora a levantar a moral com as suas aparições ocasionais, bem que esta história era um snooze fest com músiquinha triste a tocar no fundo. Quer dizer, eu demorei umas três semanas a ler este livro, tanta era a vontade de continuar—nunca tal me aconteceu com um historical. Dói-me.

E pronto que mais posso dizer, chateia-me sentir tanta coisa negativa em relação a um livro (ou dois) de uma das minhas autoras favoritas, mas ora bolas que isto foi mau.

2stars

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a-lenda-de-tarzan-poster-pt2Fui ver o Skarsgardzan no passado sábado com toda a intenção de alegrar as minhas vistas naqueles quase dois metros de angry jungle viking a correr seminu pelo Congo fora em perseguição dos sacanas que lhe levaram a Jane e também na esperança de saturar o meu cérebro de cenas steamy entre os dois, porque, sweet baby Jesus, eles são os dois tão giros e jeitosos e tudo que desde a fase de produção deste filme que eu só pensava “I wanna see them bang”, e YAY! foi exactamente isso que ele me proporcionou praticamente do princípio ao fim, mais o bónus de um Samuel L. Jackson num papel tão relatable e cómico que quase chega a roubar o filme aos protagonistas, quase. (A Lenda de George.) 

Os primeiros dez, quinze minutos de filme passam-se em Londres, alguns anos (já não sei quantos, oito, nove?) depois da Jane e do Tarzan aka John Clayton III, Earl of Greystoke, terem deixado o Congo—e é nesta breve fase da história que se pode ver o Skarsgard a desfilar fabulosos trajes de época, qual herói de um historical romance *swooooon*—até que a pedido do monarca belga é necessário voltar, mas raios partam que é tudo uma cilada para deixar o John à mercê de um velho arqui-inimigo.

jane-tarzan3Duas mãos dela mal chegam para uma das dele (⊙‿⊙✿)

Quando as coisas não correm exactamente como planeado, a evil mastermind por detrás disto tudo, Rom (Christoph Waltz), tem a brilhante ideia de raptar a Jane e arrastá-la selva adentro já que “He’s Tarzan, you’re Jane, he’ll come for you.” AND ALL HELL BREAKS LOOSE.

tarza-jane3Ele tem um kink qualquer em aparecer-lhe por trás

Gostei muito da Margot Robbie no papel de Jane, ela que nem sequer foi a primeira ou a segunda escolha para o papel (a Emma Stone recusou o papel e a Jessica Chastain desistiu depois das filmagens terem sido adiadas), ela que é tão cheia de genica, rebelde e refilona, idem para o Skarsgard (que também não foi a primeira escolha, desistentes: Henry Cavill, Michael Phelps) como John Clayton/Tarzan, que ainda por cima é o inverso da Jane em vários sentidos: sereno, reservado, só fala quando é mesmo necessário mas diz tanto com aqueles olhinhos de cachorrinho abandonado; e gostei sobretudo da química entre os dois, parece que sempre que eles olham um para o outro tudo à volta desaparece porque só o outro importa. *siiiigh*

tarzan-jane4Isto não é o que parece

Uma coisa que gostei muito e que gostava que houvesse mais foram os flashbacks com a young Jane e o young John, pela altura em que eles põe os olhos um no outro pela primeira vez, minha nossa senhora, que fofos. Lembra um bocadinho do mesmo momento na animação da Disney quando o Tarzan não tem ideia alguma de que não é apropriado mexer no pé descalço de uma senhora e muito menos encostar a cabeça ao peito dela, hehe, neste caso ele opta por um “olá” diferente mas igualmente inadequado e hilariante.

tarzan-jane2Isto é o que parece

E claro: Samuel L. Jackson como sidekick é do melhor, basicamente a personagem dele passa o filme todo a tentar acompanhar o John a correr pela selva atrás da Jane e dos seus raptores e é tão cómico, não só porque o John é muito maior e mais forte e mais veloz mas porque se atira de penhascos e luta com gorilas gigantes e tudo mais que for preciso e o George mal pode crer no que está a ver.

Um dos meus momentos favoritos é quando o John finalmente consegue alcançar a Jane depois de uma sucessão de saltos acrobáticos impossíveis e o George fica naquele estado de:

omgyesloveEsta também foi a minha reacção. Durante o filme todo.

Muuuito bom.

Claro que este não é um filme perfeito e algumas cenas até tiveram direito a facepalm (tipo o stampede, fabuloso mas tão silly), mas visualmente é tão bonito, super romântico, transmite uma mensagem importante, e eu já disse que o Skarsgard é extremamente jeitoso e que passa o filme quase todo seminu?

Em suma, fez um tick em todas as minhas caixinhas, tudo o que eu queria ver estava lá, e o meu coração de historical romance fan ficou assim todo inchadinho, inchadinho. *sigh*


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Novidade da Topseller para este mês, o primeiro volume dessa trilogia que eu adoro e que quase me matou do coração, The Winner’s Curse de Marie Rutkoski, em português A Maldição do Vencedor. O último livro desta série na versão original saiu em Março e oh meu Deus, é a minha leitura favorita do ano até ao momento.

Recomendo sem reservas, porque esta trilogia é totalmente apaixonante, original, tem uma história com pés, tronco e cabeça, personagens principais fabulosas, e um romance de deixar uma pessoa num estado de sofrimento constante, mas no fim tudo vale a pena. Recomendo, recomendo, recomendo.

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Título: A Maldição do Vencedor
Autor: Marie Rutkoski
Editora: Topseller
Páginas: 320
Publicação: 18 Julho, 2016
Formato: Capa mole
ISBN: 9789898843401
Idioma: Português

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Sinopse: Kestrel, jovem filha do poderoso general de Valoria, tem apenas duas opções: alistar-se no exército ou casar-se. Ela tem, no entanto, outras aspirações e procura libertar-se do seu destino, rebelando-se contra o pai.

Num passeio clandestino pela cidade, Kestrel vai parar a um leilão de escravos, onde se depara com um jovem, Arin, que parece querer desafiar o mundo inteiro sozinho. Num impulso, ela acaba por comprá-lo — por um preço tão alto, que a torna alvo de mexericos na sociedade.

Arin pertence ao povo de Herrani, conquistado dez anos antes pelos Valorianos. Além de ser um ferreiro exímio, revela-se também um cantor extraordinário, despertando a curiosidade de Kestrel. Arin, contudo, tem um segredo, e Kestrel não tardará a descobrir que o preço que pagou por ele poderá custar muito mais do que aquilo que alguma vez imaginara.

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Aqui ficam as Estreias de Julho, que já teve direito à primeira rodada hoje.

O Amigo Gigante — 07 de Julho

(The BGF)

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Com realização de Steven Spielberg, The BFG (The Big Friendly Giant) é baseado no livro direccionado para o público mais juvenil de Roald Dahl, e que assim de repente parece o Polar Express do Zemeckis.

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A Lenda de Tarzan — 07 de Julho

(The Legend of Tarzan)

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A Lenda de Tarzan, baseado na obra de Edgar Rice Burroughs. Espero que este filme tenha pelo menos uma cena steamy entre o Tarzan e a Jane, porque a sério, que desperdício ter o Skarsgard e a Margot Robbie nos respectivos papéis e não ter cenas steamy.

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O Homem Que Viu o Infinito — 14 de Julho

(The Man Who Knew Infinity)

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Baseado na biografia de um pioneiro da teoria matemática, Srinivasa Ramanujan, com autoria de Robert Kanigel, e com o slumdog millionaire como protagonista.

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Caça-Fantasmas — 21 de Julho

(Ghostbusters)

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Who you gonna call?

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A Idade do Gelo: O Big Bang — 21 de Julho

(Ice Age: Collision Course)

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Okay, acho que este ganha o prémio Título em Português Mais Estúpido.

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Cenas de Família — 21 de Julho

(The Family Fang)

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Um filme sobre uma família super disfuncional. Tem graça como vão sempre buscar o Christopher Walken para o papel de pai com um parafuso a menos, assim de repente lembro-me do Blast From the Past e do Catch Me If You Can.

* * *

Lights Out – Terror na Escuridão — 21 de Julho

(Lights Out)

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Okay, confession time: eu, uma pessoa adulta que gosta de ver filmes de horror de todo o tipo, ocasionalmente tenho de deixar a luz acesa para conseguir adormecer porque tive a brilhante ideia de ficar a ver um filme com espíritos demoníacos—tipo Paranormal Activity ou Blair Witch Project. Este Lights Out também parece ser outro para me deixar a olhar para a escuridão com um medo irracional de que alguma coisa se vai mexer. Eeek.

* * *

Mr. Right — 28 de Julho

(Mr. Right)

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O que me incomoda mais acerca deste filme nem é o facto dele ser sobre uma jovem mulher que finalmente encontra o seu Mr. Right mas, oh noes, ele é um assassino, não, o que me incomoda muito mais e me deixa super desconfortável é o facto dos protagonistas serem a Anna Kendrick que tem 30 anos, e o Sam Rockwell, que pode ser muito charmoso mas tem 47. A sério? O Mr. Right de alguém como a idade da Kendrick é um homem com quase 50 anos? Erm… ???

* * *

Jason Bourne — 28 de Julho

(Jason Bourne)

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Confesso que acho todo este franchise muito… yawn.

(Fonte: filmspot; datas de estreia sujeitas a alteração)

Tell Me Three Things
Autor: Julie Buxbaum
Editora: Delacorte Press
Publicado: 05 Abril, 2016 
Formato: ebook
Páginas: 336
ASIN: B011G3HBFQ
Idioma: Inglês

Sinopse: Everything about Jessie is wrong. At least, that’s what it feels like during her first week as a junior at her new ultra-intimidating prep school in Los Angeles. It’s been barely two years since her mother’s death, and because her father eloped with a woman he met online, Jessie has been forced to move across the country to live with her stepmonster and her pretentious teenage son.
Just when she’s thinking about hightailing it back to Chicago, she gets an email from a person calling themselves Somebody/Nobody (SN for short), offering to help her navigate the wilds of Wood Valley High School. Is it an elaborate hoax? Or can she rely on SN for some much-needed help?
In a leap of faith—or an act of complete desperation—Jessie begins to rely on SN, and SN quickly becomes her lifeline and closest ally. Jessie can’t help wanting to meet SN in person. But are some mysteries better left unsolved?

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Opinião:

***Sem triângulo amoroso***

O YA contemporâneo com o high school como pano de fundo é sempre muito hit or miss para mim, em parte porque o género é muito propenso a abusar dos clichés e a basicamente parecer o enredo de mais um american teen movie, e eu nem sequer vou tentar fazer-me de snobe e dizer que não aprecio nada este tipo de história, nope, ela tem o seu charme e se não for mais nada pelo menos é sempre entretenimento garantido, mas realmente prefiro que, quando no formato de livro, ela se descole o mais possível desta tendência, que a narrativa tenha camadas e mais camadas e ainda camadas surpresa, e que acima de tudo me presenteie com personagens com as quais me consigo identificar e com as quais me preocupo sem sequer tentar.

Isto para dizer que o Tell Me Three Things acabou por ser uma mistura destas duas coisas—há de facto um ou outro cliché, um ou outro plot device/plot twist que não é de todo original, mas nada disto teve direito a eyeroll porque gostei muito da heroína, Jessie, que é assim pró nerdy/socially awkward, da sua voz franca e sarcástica, do seu percurso emocionalmente atribulado, e do romance que mete um love interest anónimo que lhe envia mensagens tipo You’ve Got Mail e que eu confesso ser uma das minhas fraquezas. Adoro o trope do correspondente anónimo, adoro.

O que acontece é que a Jessie perdeu a mãe faz uns dois anos e o pai voltou a casar assim de um momento para o outro com uma dondoca que mora noutro estado, o que obrigou a Jessie a deixar casa, escola, amizades e tudo mais que lhe é familiar para trás e a recomeçar num novo lugar onde toda a gente parece ser “mais” do que ela em todos os aspectos. E a única coisa que a vai ajudar a superar a solidão, a estranheza de tudo e ainda uma certa revolta é o Somebody/Nobody, SN for short, alguém que a conhece da escola e a quer ajudar mas que se quer manter no anonimato. (E que eu não vou revelar quem é.)

As conversas via mensagens entre estes dois foram das minhas coisas favoritas desta história, e eu até gostava que o anonimato tivesse durado mais uns meses e que este livro fosse mais longo de modo a haver mais daquelas trocas. Também foi divertido ver a Jessie tentar adivinhar quem seria o moço, ainda por cima quando eu adivinhei logo mal eles têm uma cena juntos mas ela passa o livro todo clueless e a pensar que é este e aquele, com o verdadeiro SN ali tão pertinho. Tão dorks, a sério, é a melhor maneira de os descrever.

Romance fofinho à parte, a Jessie deixava-me de rastos sempre que mencionava a mãe, e ainda mais de rastos fiquei quando terminei o livro e li numa nota da autora que ela passou por esta situação quando era adolescente e que portanto, esta história era em parte autobiográfica. Nem sequer vou comentar porque fico já aqui toda destabilizada. Nope. Nope. Nope.

Em suma, uma leitura rápida, cativante e muito comovente que me fez querer ler mais coisas da Julie Buxbaum. Recomendo para quem gosta de se aventurar no YA contemporâneo ou para quem gosta de histórias, à falta de melhor palavra, “fofinhas” mas com substância.

4stars

EN | Goodreads | The Book Depository

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Mailbox de Junho, que é bem recheada e com um bocadinho de tudo.😀

Passei-me um bocado com o historical romance este mês, acontece que li recentemente o Because of Miss Bridgerton, o que me despertou a fome pelo género (isto acontece-me sempre que passo muito tempo sem ler HR e depois leio 1 e quero ler 2 e 3 e 4 seguidos) e me fez ir ao BookDepo encomendar dois dos mais antiguinhos da Julia que ainda não li (ainda me falta ler umas quantas destas séries pré-Bridgertons), e ainda ali o When a Scot Ties the Knot da Tessa Dare porque gostei da sinopse que fala de uma moça que inventa um noivo e manda-lhe cartas e mais cartas até que ele um dia lhe aparece à porta porque existe mesmo um tipo com aquele nome, haha—promete. Também já há muito que não leio um histórico com um herói escocês e sei lá, de alguma forma este chamou por mim. Este volume é o terceiro de uma série e eu nem sequer li os anteriores, aliás, acho que nunca li Tessa Dare… mas não tenho a certeza…?

Compras

When a Scot Ties the Knot, Castles Ever After #3 — Tessa Dare | BookDepo

Everything and the Moon, The Lyndon Sisters #1 — Julia Quinn | BookDepo

Brighter Than the SunThe Lyndon Sisters #2 — Julia Quinn | BookDepo

Marrying Winterborne, The Ravenels #2 — Lisa Kleypas | BookDepo

Fire and Hemlock — Dianna Wynne Jones | BookDepo

My Lady Jane — Cynthia Hand, Brodi Ashton, Jodi Meadows | BookDepo

Ofertas/Freebies

The Secret History — Donna Tartt | BookDepo

Frayed — Kara Terzis | BookDepo

The Foxhole Court, All For the Game #1 — Nora Sakavic | Smashwords

NetGalley

Murder in G MajorGethsemane Brown Mysteries #1 — Alexia Gordon

O Marrying Winterborne é o segundo volume dos Ravenels—o livro da Helen—que eu por acaso estou a ler de momento, e vou ter de contar aqui o problema que tive ao encomendar este livro porque acho que pode vir a ser útil se alguém algum dia se encontrar na mesma situação.

Então tinha feito pre-order no Book Depository e cerca de uma semana antes da data de publicação recebo aquele email a dizer que o título já estava disponível e que me ia ser enviado soon. E de facto não demorou muito a receber outro email a dizer que o livro já vinha a caminho, mas no dia exactamente a seguir a ter recebido este email recebo outro a dizer-me que a minha order tinha sido cancelada e o refund feito. E eu: WTF? o BookDepo só pode estar com os copos. Toca a usar o form do “Contact Us” lá do site para perguntar o que se tinha passado com a minha encomenda e recebi uma daquelas respostas padrão a pedir muitas desculpas mas que “the item was made unavailable from our suppliers. We tried every resource available to us in order to obtain this title for you however we were, on this occasion, unsuccessful”.

Ora isto não fazia sentido nenhum porque o livro estava disponível para compra no site, portanto: ???????? Toca a usar o form outra vez e recebi outra resposta semelhante que mais uma vez não me explicava porquê que a minha order tinha sido cancelada se o livro estava disponível no site. Já me estava a passar da cabeça com a situação, até porque estou a habituada a um excelente costumer service do BookDepo quando preciso recorrer a ele (que ainda por cima é coisa que raramente acontece), quando decidi tentar obter ajuda por outros meios, isto é: redes sociais. E foi assim que encontrei um Twitter chamado BOOK DEPOSITORY HELP. E deixem-me que vos diga que o oompa loompa responsável por aquela conta é um anjo, UM ANJO.

Expliquei-lhe o problema e não demorou nada estava ele a pedir-me o número da encomenda para investigar a situação, e no mesmo dia, numa questão de 1-2 horas ele resolveu tudo. Explicou-me que de facto os suppliers deles falharam com a entrega do livro e quando isso acontece o sistema cancela automaticamente todas as encomendas e faz o refund aos clientes, mas como eles conseguiram logo arranjar o Marrying Winterborne de outro supplier o livro nunca deixou de estar indisponível no site. Ele então disse-me que se eu quisesse podia encomendar o livro outra vez e que ele tinha todo o gosto em fazer-me novo refund de maneira a eu só pagar o preço que tinha pago inicialmente, porque quando fiz pre-order paguei uns 6 euros e tal, e naquela altura o livro estava a quase 12 euros (agora parece que já baixou outra vez). E assim foi, fiz a encomenda e nem vinte minutos depois já tinha recebido refund e o meu livro estava em a caminho. Felicidade! In conclusion: não hesitem em pedir ajuda àquela conta do Twitter sempre que for preciso porque de facto é um costumer service super rápido e atencioso.

Adiante, o Fire and Hemlock porque já faz ano que não leio Diana Wynne Jones e este foi praticamente uma compra aleatória dentro da sua vasta obra, visto que ainda me falta ler ene livros da autora.

Também aproveitei o restinho de um gift certificate da Amazon para comprar o My Lady Jane que é tão giro (as extremidades das páginas fazem Aquela Coisa de não estarem perfeitamente alinhadas umas com as outras que eu gosto tanto—foto em baixo) e parece ser tão divertido.

Quanto às ofertas, o The Secret History foi um presente de aniversário, MANY THANKS ANITA! <3 Tinha-o adicionado recentemente à wishlist porque li em algum lado que alguém o recomendava para quem gostou de Raven Boyssign me dafuq up. Adoro a encadernação, a sério, é tão simples e tão gira—o livro em si parece um journal.

O Frayed foi um giveaway win (YAY, fadinhas!) no That Artsy Reader Girl, num daqueles giveaways que fazem parte do Debut Author Challenge no qual eu estou a participar devagar, devagarinho. O prémio foi mesmo oferecido pela autora e chegou-me via Book Depository. Many thanks to Kara Terzis.:)

O Foxhole Court também é culpa dos Raven Boys, porque é mais uma recomendação para os fãs da série e ainda por cima ultimamente tenho ouvido falar sem parar desta série. O ebook do primeiro volume da série está disponível para download à borla na Smashwords—não sei se é freebie permanente ou temporário.

E por último, Murder in G Major que requisitei na NetGalley porque achei a sinopse interessante e porque também já me anda a apetecer ler um mistério mais adulto. Lá ver o que sai daqui.


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O Waiting On Wednesday é uma rubrica semanal, da autoria do Breaking the Spine, na qual se posta sobre o lançamento dos livros mais aguardados.

E esta semana no WOW, uma novidade que é só para 2017 e da qual eu ia falar primeiro na rubrica do Cover Reveal mas apareceu-me o WOW pela frente e TADAH! BEHOLD, O DEVIL IN SPRING! o terceiro volume da série dos Ravenels da Lisa Kleypas***

devil-in-spring

Título: Devil In Spring
Série: The Ravenels, #3
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Avon
Publicação: 28 Fevereiro, 2017
Formato: Hardback
ISBN: 99780062371874
Idioma: Inglês

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E há muito a dizer sobre este Devil In Spring, portanto, take a seat. Primeiro: este é o livro da Pandora que eu amo de paixão desde que ela apareceu no Cold-Hearted Rake porque tanto ela como a gémea Cassandra são absolutamente adoráveis e matam-me de riso; segundo: a Lisa contou recentemente ao Bustle que para escrever a história da Pandora inspirou-se em Elizabeth Magie, a criadora do Monopoly/Monopólio, que antes de ser vendido à Parker Brothers por uma abécula que se auto-intitulou o inventor, tinha o nome de Landlord’s Game, e oh meu Deus, já consigo imaginar a fofa da Pandora a inventar coisas! ela que não consegue parar quieta e que é tão maluca (no bom sentido); terceiro: o herói do Devil In Spring é o filho do Devil In Winter himself e da minha querida Evie E ELES TÊM DIREITO A CENAS!!  O meu coração não aguenta!

omg-omg

Aliás, o prologue que está disponível aqui é exactamente uma cena entre a Evie e Sebastian—eu comecei a ler mas estava-me a fazer uma aflição tão grande assim de repente estar a ler sobre estes dois outra vez, que acabei por não ler quase nada e decidi que vou antes esperar até ter o livro nas minhas mãozinhas. Até lá já me devo ter mentalizado que TENHO MAIS EVIE E SEBASTIAN PARA LER, EVIE E SEBASTIAN, EVIE E SEBASTIAN.

Quarto: confesso que fiquei um bocadinho nervosa quando soube que o herói deste livro ia ser o filho dos dois e pelo facto da Lisa repetir o “Devil” no título, óbvio que é para a fanbase fazer logo a ligação e atirar-se ao Devil In Spring como se não houvesse amanhã, mas depois de me ter passado aquele entusiasmo louco inicial eu só pensava, “espera aí, mas porque é que o filho destes dois é um Devil também?? O Sebastian tinha uma resma de mommy&daddy issues que em parte o levaram a acumular lover atrás de lover e daí o “devil”, suponho que também seja preciso somar aquela cena triste no It Happened One Autumn para o “devil” fazer perfeito sentido, e portanto!! porque é o filho da minha doce Evie e de um Sebastian reformado é um Devil??” Passaram-me logo cenários devastadores pela cabeça, tipo, eles tinham morrido num trágico acidente ou algo do género e os filhos deles tinham crescido com problemas, NOOOOEEES!! Mas claramente esse não é o caso porque o prologue existe. Só me resta pensar que ele é um “devil” por ser um libertino como o pai antes de conhecer a Evie.

Por último, tenho a dizer que acho a capa absolutamente linda e que ainda por cima me lembra tanto da do Devil In Winter com as cores e as árvores e tudo. É como se o meu romance histórico favorito tivesse tido um baby, que basicamente foi o que aconteceu porque o meu casal de romance histórico favorito teve babies. Be still my heart.




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