Birthmarked

27Jan12
Autor: Caragh M. O’Brien
Série: Birthmarked, #1
Editora: Square Fish (2011; 1ª ed. 2010)
Formato: Paperback
Páginas: 384
Idioma: Inglês

Sinopse: In the future, in a world baked dry by the harsh sun, there are those who live inside the wall and those, like sixteen-year-old midwife, Gaia Stone, who live outside. Gaia has always believed it is her duty, with her mother, to hand over a small quota of babies to the Enclave. But when Gaia’s mother and father are arrested by the very people they so dutifully serve, Gaia is forced to question everything she has been taught to believe. Gaia’s choice is now simple: enter the world of the Enclave to rescue her parents, or die trying.

Opinião:

Birthmarked é uma dystopia, e como é costume no género, o mundo que hoje conhecemos sofreu uma catástrofe natural qualquer em larga escala que mudou radicalmente o modo de vida e a sociedade no geral. No futuro de Caragh M. O’Brien existe *algures* uma cidade fechada por uma muralha, a Enclave, onde vivem os ricos e poderosos com todas as mordomias que se possa imaginar, enquanto que fora da muralha está Wharfton, a terra dos pobres e dos freaks, que tem todo o ar de uma grande aldeia medieval dividida por sectores. Mas acontece que a Enclave precisa do povo de Wharfton porque é deles que exige todos os meses uma quota de bebés saudáveis, se faz favor e obrigada, OR ELSE.

Chocante, eu sei. E a primeira cena do livro introduz este conceito ao leitor como se lhe desse uma bofetada. Gaia, a protagonista, é uma parteira e começa a história a entregar o seu primeiro bebé à Enclave, depois de ser perseguida rua fora pela mãe da criança a suplicar-lhe que lhe devolva a filha.

Mas Gaia só faz o que lhe é imposto, porque se não o fizer também sofre as consequências. De qualquer maneira foi difícil para mim simpatizar totalmente com ela no início por causa disto — ainda por cima porque ela não vê mal nenhum no acto dos bebés serem retirados aos pais biológicos para serem adoptados por gente chique da cidade. Isto tinha que mudar de alguma maneira, afinal não se podia ter uma heroína a fazer cenas tristes destas por aí, mas vai ser preciso acontecer algo à sua própria família para ela abrir os olhos.

Achei toda a história muito bem contada, nota-se que a autora tem talento para a coisa e que não pensou neste mundo futurista em dois dias. Gostei ainda que ela tivesse intercalado ao longo da jornada de Gaia breves recordações da sua infância, que ora tinham um lado fofinho ao demonstrar o afecto dela pelos pais e vice-versa, ora cortavam-me o coração porque ficava a saber como a pequena Gaia, com a sua face queimada, era alvo da crueldade das outras crianças.

Outra coisa da qual gostei bastante foi de todo o mistério em volta do tal código dos pais de Gaia para identificar os bebés — eu ainda tentei decifrar mas não cheguei lá, e até vou deixar aqui um pedacinho para espicaçar a curiosidade:

Quanto ao romance, é coisa escassa em Birthmarked, e para dizer a verdade achei o love interest muito…”pãozinho sem sal” durante grande parte da história, mas verdade seja dita que melhora consideravelmente no último terço do livro, e perto do fim consegue mesmo dar aquele brilho a uma cena. Alerta momento awww.

As páginas finais foram muito tristes, e só espero que a autora resolva esta situação, porque, porque não pode ser… recuso-me a aceitar…

Classificação: 8/10

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Look behind you!

The Woman In Black — Susan Hill

Pois é, só recebi o Danny boy esta semana na caixa do correio. O meu objectivo: ler o livro antes de ver o filme que está quase a chegar aos cinemas. E é tudo. cool


Warprize

25Jan12
Autor: Elizabeth Vaughan
Série: Chronicles of the Warlands, #1
Editora: Penguin (2011; 1ª ed. 2005)
Formato: Mass Market Paperback
Páginas: 296
Idioma: Inglês

Sinopse: Xylara is the Daughter of the Warrior King, Xyron. With her father dead and her incompetent half-brother on the throne, the kingdom is in danger of falling to the warring Firelanders. Before she was old enough for a marriage-of-alliance, Xylara was trained as a healer. She can’t dethrone her brother or negotiate a peace–but she can heal the brave ones injured in battle. But not only her countrymen are wounded, and Xylara’s conscience won’t let Firelander warriors die when she can do something to save them. She learns their language and their customs and tries to make them as comfortable as possible, despite their prisoner-of-war status.
She never expects that these deeds, done in good faith, would lead to the handsome and mysterious Firelander Warlord demanding her in exchange for a cease-fire. Xylara knows must trade the life she has always known for the well-being of her people, and so she becomes the… Warprize.

Opinião:

Warprize conta a história de uma rapariga chamada Xylara, ou só Lara, que é meia irmã do rei, e que certo dia funciona como moeda de troca pela paz entre o seu reino e um poderoso exército de guerreiros comandados por essa terrível figura a quem chamam de Warlord. Ela acha que o seu papel no meio destes bárbaros será o de escrava, ou como o irmão lhe dá a entender, Warprize = whore pessoal do Warlord, mas como a alternativa é a quebra da paz, lá vai ela, qual saco de batatas, para o acampamento do inimigo… e para a tenda do bicho.

*entra música de filme de terror*

Oh não! E o que é que aconteceu a seguir!?

Por quem me tomam? Não posso contar, não é…

Este livro tem um setting medieval, e é assim uma espécie de romance fantástico, no entanto a história é bastante simples, completamente straightforward, e nada que não tenha sido contado antes, o que não ter dizer que não tenha sido uma leitura agradável, porque foi.

Gostei de quase todas as personagens, especialmente de uma secundária que me fazia sempre rir, Marcus, que é uma espécie de mordomo pessoal do Warlord, e a quem este dá uma simples tarefa: Take care of the Warprize. Então é vê-lo a resmungar a toda a hora e a arregalar o seu único mas extremamente intimidativo olho para a rapariga sempre que é altura das refeições. Sit! Rest! Eat! The food does no good to the plate! *evil stare*

Estes guerreiros têm manias e costumes bem diferentes do povo de Lara, e foi interessante ver como ela foi deixando de pensar neles como um bando de selvagens, para os passar a ver como um povo como outro qualquer, só que muito mais desinibido e livre de preconceitos — o  grupo com quem ela interage mais também facilita a tarefa porque todos elementos são bastante amigáveis.

Os momentos entre Lara e o Warlord foram interessantes, mas *surpreendentemente* as descrições são todas muito light. Por alguma razão estava à espera de cenas mais intensas, ao estilo romance histórico medieval, mas fica claro que não era por aí que a autora queria ir. Entenda-se que não estou a reclamar (até porque o que não faltam por aí são romances do género), e até acabei por achar os ditos momentos a dois adequados à história.

O desfecho foi muito giro, mas mais uma vez, nada complicado. E aquela última cena? Completamente awww.

Espero conseguir continuar a ler esta série, porque quero, mas o volume seguinte está esgotado — lá ver se à semelhança deste primeiro livro, a Penguin reedita o resto da colecção. *fingers crossed*

Classificação: 7/10

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Ton Ten Tuesday: alerta freebie — yeah!

Pois é, esta semana é à escolha do freguês, pode-se escolher qualquer tema para fazer um top. E eu escolhi fazer um que de certa maneira não é novidade: Casais de 2011 — os meus favoritos, claro. Já tinha esta lista completa porque tinha planeado adicioná-la ao post dos livros favoritos do ano, mas o desgraçado já ia tão longo que desisti da ideia. Por outro lado, todos os casais eram protagonistas das minhas escolhas, por isso de certa maneira estava implícito, mas agora que já passou quase um mês inteirinho (!!) desde o fim de 2011, bateu a saudade — para além de que juntei imagens, o que é sempre divertido, ‘bora lá recordar então:

1. Evie & Sebastian

Eviiie! *abraça*

Evie & Sebastian do Devil in Winter: GOSTO TANTO! May I keep them? :(

Porque adoro estes dois: porque são duas almas perdidas no mundo que se juntam não porque caíram de amores um pelo outro, mas por necessidade, e que acabam por formar o casal mais fofo. Tão lindo ver este grandessíssimo manwhore de rastos pela tímida da Evie. Tão lindo.

Na imagem: OMG é ela! :0 E— é ele! *jaw drops* –> minha reacção quando me lembrei destes dois actores para estes papéis.

* * *

2. Colin & Penelope

(Repete o filme:) PENNY! *corre a abraçar*

Quantas vezes é que já disse que adoro a Pen desde que li o Romancing Mister Bridgerton? Vezes de mais para contar, de certeza. O Colin quase que vem por arrasto (desculpa lá C., mas a Penelope ofusca toda a gente à sua volta).

Porque os adoro: please.

Na imagem: já tinha este casal pensado há muito tempo, e nem sei como é que aconteceu, mas agora não há volta a dar. It’s them. Ainda por cima encontrei esta imagem do Matt Dallas vestido à gentleman: score!

* * *

3. Vidanric & Mel

Podes por a camisola de volta rapaz, ela não ficou impressionada.

Meliara & Vidanric do Crown Duel, pois claro que sim. Esta rapariga dá um novo significado ao relacionamento do tipo enemies to lovers. Ela é teoria da conspiração atrás de teoria da conspiração, evil stares a todo o momento, respostas tortas, tentativas de violência doméstica, etc, etc. Não interessa que ele a salve de todas as embrulhadas em que ela se mete porque na cabeça da Mel:  HE’S THE ENEMY! Meanwhile, o Vidanric permanece impávido e sereno, com as suas roupas impecáveis, e o seu cabelo loiro e sedoso à la Legolas. Opá, eles fazem-me rir.

Na imagem: beeem, quem diria que é tão difícil encontrar um tipo de cabelo loiro comprido. Acabei por fazer uma google search e este camone era o mais jeitoso deles todos. Quanto à minha Mel, foi mais ou menos assim que pensei: mmm, ora, uma ruiva meia doida que por vezes merecia levar uns abanões… *thinkthinkthink* — a actriz que faz de Sansa! Ainda por cima tem os olhos ligeiramente mais afastados que o normal e está vestida de azul, de todas as cores possíveis, eheh. Melhor seria impossível.

* * *

4. Ethan & Maddy

BAM!

Oh boy. Provavelmente o casal mais quente do ano (quiçá das minhas estantes!). Ethan & Maddy do If You Deceive, é sempre a bombar com eles os dois.

Fora de tangas, eles são um casal muito apaixonado é verdade, mas também conseguem fazer o leitor ficar com o coração apertadinho. E tal como a Evie e o Sebastian, são outras duas almas perdidas no mundo que combinam tão bem uma com a outra. Adoro!

Imagem: não estou completamente satisfeita com a minha escolha de Ethan, quer dizer o Gabriel Aubry é perfeito, se calhar perfeito demais para este personagem. Vá, imaginem o homem mais descuidado, e com uma grande cicatriz numa das faces. Já a Seyfried com o seu look doirado e angelical é ideal como Maddy.

* * *

5. Howl & Sophie

Howl is having a bad hair day. Sophie loves him anyway.

O casal awww de 2011. Sophie & Howl, Howl’s Moving Castle!

Porque os adoro: again, please.

Nem devia ter usado esta imagem, já que esta cena não faz parte do livro, mas não resisti. Tão linda esta cena.

* * *

6. Anthony & Kate

Ó prá’quilo Anthony, nem ias saber por onde começar. Quem é amiga a escolher uma Kate assim, quem é?

Controlei-me ao máximo para escolher só um casal por autor, mas com a Julia Quinn é impossível. Tinha, sem dúvida, escolhido mais 2 ou 3 se não carregasse nos travões, mas o Anthony e Kate do The Viscount Who Loved Me tinham de cá estar. É obrigatório.

Porque os adoro: porque eles são do melhor a soltar faíscas um para o outro. Se os visse na rua a caminhar na minha direcção mudava imediatamente de passeio, pois corria sério risco de sair chamuscada. (xD) E claro está, mais um alpha male que vale a pena ver de rastos pela sua lady. Too cute.

Na imagem: A Hayley Atwell tem o sorriso mais perfeito. <3 (E uma boca gigante!)

* * *

7. James & Mary

Ah, Mary & James, da série The Agency — um dos meus casais vitorianos favoritos: uma agente secreta e um idiota. Aww. :D

Deram comigo em doida nos dois primeiros volumes, mas redimiram-se tanto no terceiro. Quer dizer, a Mary sempre foi perfeita, o James é que precisava de reformatar o cérebro.

Na imagem: batota, porque usei a capa de uma das edições do livro, mas realmente não consigo pensar numa Mary.

* * *

8. North & Syd

North & Sydelle do Brightly Woven. Ele um feiticeiro que usa um monte de capas como arma, ela uma rapariga que sabe tecê-las como ninguém – the perfect match.

Porque os adoro: porque são a alma da história. Porque nada mais no livro teria graça sem estes dois a mandar vir durante toda a travessia do reino.

Na imagem: ruiva, check; tipo de cabelo escuro sempre com aspecto miserável, check.

* * *

9. Violet & Jay

O casal teen maravilha, da série Body Finder.

Porque os adoro: porque são um bom exemplo de friends to lovers.

Na imagem: já tinha usado estes dois antes para encarnar as personagens, e como até completar o post não me ocorreu ninguém melhor…

* * *

10. Rushton & Elspeth

Rushtonlove!

Rushton & Elspeth: a única razão porque leio a série Obernewtyn.

Porque os adoro: porque este é um daqueles parzinhos que gostam de fazer o leitor sofrer ao não andarem para a frente com a coisa, mas tenho achado graça aos “entretantos”. Ele é homem de poucas palavras, ela é insegura. Será que não há uma alma caridosa que dê um empurrão a estes dois? Por favor?

Na imagem: não sei quem é a moça, mas tem o look perfeito. Já o jeitoso é conhecido. Hi Taylor! *waves hand*

* * *

Este meme é da autoria do The Broke and the Bookish.


Hosted by Michelle @The True Book Addict

Hi everyone, it’s read-a-thon time! (Again!) :D

And without further ado, here are the books I’m hoping to start and finish this week:

Magic Strikes which is the third installment in the Kate Daniels series (urban fantasy), Surrender by Pamela Clare (historical romance), and Snow by Tracy Lynn (YA, fairy tale retelling).

But I also need to finish the books I was reading before the event started: Birthmaked by Caragh M. O’Brien, and Interview with the Vampire by Anne Rice. I think I’m in trouble. :0

* * *

And now, for the first mini-challenge, here’s my TBR pile picture, plus a quite pale wee bunny who just can’t stay away when there’s a camera involved:

* * *


Host: Michelle @The True Book Addict

–>Sign ups<–

A minha segunda read-a-thon do ano. mrgreen Não estava nos planos, porque a seguinte ia ser só em Fevereiro, mas depois vi publicidade a esta e não resisti.

A Winter’s Respite começa amanhã e termina no próximo domingo dia 29. Amanhã posto sobre os meus goals!

* *  *


Unearthly

21Jan12
Autor: Cynthia Hand
Série: Unearthly, #1
Editora: HarperCollins (2011)
Formato: Paperback
Páginas: 464
Idioma: Inglês
Edição portuguesa: Celestial (Saída de Emergência)

Sinopse: Clara Gardner has recently learned that she’s part angel. Having angel blood run through her veins not only makes her smarter, stronger, and faster than humans (a word, she realizes, that no longer applies to her), but it means she has a purpose, something she was put on this earth to do. Figuring out what that is, though, isn’t easy.

Her visions of a raging forest fire and an alluring stranger lead her to a new school in a new town. When she meets Christian, who turns out to be the boy of her dreams (literally), everything seems to fall into place — and out of place at the same time. Because there’s another guy, Tucker, who appeals to Clara’s less angelic side.

As Clara tries to find her way in a world she no longer understands, she encounters unseen dangers and choices she never thought she’d have to make — between honesty and deceit, love and duty, good and evil. When the fire from her vision finally ignites, will Clara be ready to face her destiny?

Opinião:

Já andava para ler o Unearthly há bastante tempo, mas se histórias com anjos nunca me puxaram muito (opá são as asas…eu tenho algum problema com a ideia de uma pessoa ter membros cobertos de penas), depois do Hush, Hush recuei mais meia dúzia de passos, e disse de mim para mim, só daqui a muuuito tempo é que volto a este tema, porque tinha de haver por aí alguém que escrevesse razoavelmente bem sobre isto, certo? Finalmente, *vários meses depois* apeteceu-me e peguei no livro da Cynthia Hand, e posso dizer que não saí aldrabada deste negócio, porque diverti-me bastante com a protagonista, Clara, e com tudo o que se passa à volta dela — mesmo que ainda não morra de amores pela parte angelical da coisa.

Unearthly começa como vários outros livros young-adult, com a heroína a ter de mudar de cidade, e consequentemente de escola, e a ter que ultrapassar os obstáculos do costume impostos às miúdas novas do sítio. A diferença é que a razão desta mudança até foi a própria Clara, que é uma angel-blood, e tem uma missão a cumprir: salvar um rapaz muito jeitoso (ugh) que lhe aparece em sonhos e visões, rapaz esse que ela consegue descobrir que mora nesta nova cidade.

Eu sei, soa a uma história que já foi contada várias vezes antes, mas o trunfo de Unearthly para mim foi o estilo de escrita que me fez folhear página atrás de página com facilidade e interesse, mesmo que não estivesse a acontecer nada muito excitante; e claro, a heroína não mete nojo — YAY! Confesso que fui lendo com extrema cautela porque esperava que a qualquer momento ela se tornasse obcecada pelo tal rapaz das visões, fine, eu escrevo o nome dele, Christian *roll eyes*, mas graças ao Almighty isso nunca aconteceu.

O romance foi outro ponto forte do livro, porque é uma daquelas relações que começam com um percalço, e que evoluem com tamanha subtileza que quando se chega à parte dos pombos estarem colados um ao outro pelos lábios uma pessoa até apanha um ligeiro susto. Oh man, como eu prefiro mil vezes um relacionamento que começa mal, do que um que começa maravilhosamente bem (enemies-to-lovers FTW!). Aliás, as mais belas histórias de amor começam quase sempre assim, com uma atitude infeliz de um dos lados, ou dos dois — exemplos: mordidas de mão, ameaças com forquilhas, raptos, recusas para dançar num baile, e até dizer alto e a bom som que ele, x, nunca na vida se vai casar com a y. Então porque não juntar a esta lista um muito ofensivo quase choque traseiro na amada carrinha do outro? Aww. Tão romântico. Acho mesmo que vou juntar a Clara e o Tucker, à Violet e ao Jay no top casais teen favoritos. *junta-os*

Ainda por cima eu via sempre o Tucker na minha cabeça como uma versão mais juvenil do Paul Walker (e não há nada de juvenil nestas imagens -I know-, mas também ninguém o quer ver mais novo, quando ele tem este aspecto agora, gaaah):

See what I mean?
Right?
Right?
Ok, vamos lá parar com isto que o homem já está a ficar sem jeito.

*sigh*

Continuando, como referi no início, a parte dos anjos ainda não me convenceu, mas quem sabe com o avançar da série isso não acontece, afinal parece que vem por aí uma guerra de anjos… o_O

E depois de tanta preparação, a missão da Clara acabou por continuar um mistério, mas cá para mim aquela coisa de ter de salvar o douchebag do incêndio é mais no sentido figurativo, do género: o douche vai ser tentado a juntar-se aos maus da fita e a Clara tem de o impedir? Incêndio=chamas=hell=home sweet home dos vilões? Yay? Nay?

Tenho muito medo do que possa vir por aí no segundo livro, até porque já li algumas reviews dele e parece que as coisas não acabam muito bem para a Team Tucker *lábio inferior começa a tremelicar*, por isso isso vou fazer de conta que não há segundo livro até haver um terceiro. Recuso-me a ficar heartbroken até 2013. Recuso-me.

Ah, e deixem-me só dizer que acho a capa da edição portuguesa MUITO MÁ (note to self: adicionar a dita à próxima edição do Ai a Capa) — quer dizer, pelo amor de Deus! Ó para aquilo, a Clara nua, como se estivesse a pousar para a Sports Illustrated: The Swimsuit Issue, ou para algo pior! E no trailer que está disponível no site da Saída de Emergência a imagem é ainda mais reveladora. What. The. F***?

Inadmissível. >_>

Classificação: 8/10

Goodreads ǀ WOOK ǀ Saída de Emergência ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com

* * *

Snap out of it!


Olá pessoal!

Não tinha planeado postar a Mailbox esta semana mas entretanto chegaram-me estes dois a casa, por isso aqui fica:

Changeless (The Parasol Protectorate #2) – Gail Carriger

Blameless (The Parasol Protectorate #3) – Gail Carriger

All kinds of fun. ;D

E já me ia esquecendo, mas recebi um notebook alusivo ao Absolution da Jennifer Laurens. Thank you!


Magic Burns

19Jan12
Autor:Ilona Andrews
Série: Kate Daniels, #2
Editora: Ace (2008)
Formato: Mass Market Paperback
Páginas: 260
Idioma: Inglês

Sinopse: As a mercenary who cleans up after magic gone wrong, Kate Daniels knows how waves of paranormal energy ebb and flow across Atlanta like a tide. But once every seven years, a flare comes, a time when magic runs rampant. When Kate sets out to retrieve a set of stolen maps for the Pack, Atlanta’s paramilitary clan of shape shifters, she quickly realizes much more is at stake. The stolen maps are only the opening gambit in an epic tug of war between two gods hoping for rebirth, and if Kate can’t stop the cataclysmic showdown, the city may not survive.

Opinião:

Estou decididamente a ficar fã desta série. \o/

Talvez por já estar por dentro do mundo de Ilona Andrews, ou simplesmente porque este é melhor que o Magic Bites, achei este segundo volume da série muito mais fácil de ler e de digerir — mesmo havendo ali pelo meio uma dose um tanto rebuscada de mitologia celta, e mesmo que ainda não tenha percebido exactamente tudo o que esta heroína tem capacidades para fazer.

Mas a história está cada vez mais interessante, quer a nível das personagens como individuais, quer a nível do casal -que ainda não é um casal… pelo menos que a Kate tenha conhecimento disso-, e até a nível de grupos — é fácil de perceber como esta loner se vai adaptando cada vez mais ao Pack.

Adorei ver o lado maternal da Kate, quem diria que ela tinha um, se bem que já devia ter suspeitado disso com a preocupação que ela tem pelo werewolf boy wonder Derek, que ela vê como uma espécie de baby brother, mas sem dúvida que com a Julie a coisa foi mais óbvia — a mulher parecia uma leoa a defender a cria de caçadores selvagens! E depois sempre a sair-se com aquela de my kid this&my kid that.

Neste capítulo também se fica a saber mais um bocadinho do seu passado, quando ela conta a história de como perdeu a mãe à Julie. Posso dizer que fiquei com os cabelinhos da parte detrás do pescoço em pé nesta cena. E não sei porquê, mas fiquei com a sensação de que algo do género pode estar a preparar-se para voltar a acontecer. Desta vez à própria Kate. (Será? Espero estar errada. :| )

Voltando ao casal, chorei de me rir quando alguém explica à Kate o significado da sopa. Rebobinei a cena várias vezes na minha cabeça e só conseguia imaginar o Curran a olhar fixamente para ela -e para a tigela-, talvez à espera que ela percebesse a importância do gesto, e ela completamente a leste de tudo excepto do chomp, chomp, chomp — MORE! Lá ver, ela até pode ser um bocado tapadinha, mas ele claramente também não é muito mais evoluído do que um homem das cavernas a vários níveis, especialmente no que toca a fazer a corte a uma rapariga humana (ver outro exemplo visual em baixo). Mas isto só pode querer dizer que vem coisa boa desta dupla no próximo livro da série — pelo menos estou a contar com isso. :D

Classificação: 8/10

Goodreads ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com

Fairy Tales Retold Reading Challenge

Host: Debz Bookshelf

–>Sign ups<–

Pois é, alguém *aponta dedo acusatório para a quigui* mostrou-me isto hoje, e O QUE É QUE EU PODIA FAZER SENÃO INSCREVER-ME? Fairy tales retold FTW!!

E escolhi o nível de 12 livros, só porque me dá o título de Princess.


Top Ten Tuesday, esta semana com um tema engraçado: Books I’d Recommend To Someone Who Doesn’t Read X, ou seja, livros que eu recomendaria a quem não lê o género de livro em questão. Vários dos títulos -e autores- a que vou fazer referência, já são mais que batidos por estas bandas, mas realmente não posso fazer nada — se a coisa é boa, é para ser tópico de conversa -ou de post- uma e outra vez. Bora lá então recomendar cenas a quem não as aprecia.

Para quem não lê:

1. Historical romance — Julia Quinn & Lisa Kleypas são a resposta! :D Se depois destas senhoras ainda não apreciarem a coisa, então não há mesmo volta a dar, porque elas são as rainhas!

**No subgénero do romance medieval aconselho o A Kingdom of Dreams da Judith McNaught, e para quem não lê em inglês, Flores na Tempestade de Laura Kinsale, que até hoje deve ser o único romance traduzido com o qual não tive problemas, nem com história (tirando a heroína em duas ou três cenas), nem com a tradução.

* * *

2. Urban fantasy/paranormal, especialmente livros que metam vampiros e lobisomens, porque ainda há por aí muitos leitores a sofrerem de choque pós-traumático de terem lido ou visto o TwilightSunshine de Robin McKinley, e a série Kate Daniels de Ilona Andrews. Também li recentemente o Soulless da Gail Carriger, e gostei bastante, mas atenção que este é um romance paranormal de época.

* * *

3. Young adult — para não desbobinar aqui uma lista deles, deixo mais uma vez o link para o artigo que escrevi há uns tempos para o Estante de Livros sobre este género de literatura, lá enumero vários títulos que *na minha humilde opinião* qualquer pessoa pode vir a gostar, nem que seja um bocadinho. Mas aqui ficam mais algumas sugestões: Os Fogos da Fome, Dash & Lily’s Book of Dares, e claro, quem até hoje não leu Harry Potter (<_<), seja miúdo ou graúdo, saiba que está prestes a ser arremessado para fora do planeta Terra.

* * *

E é só. :) Este meme é da autoria do The Broke and the Bookish.


Autor: Diana Wynne Jones
Série: Castle, #3
Editora: HarperCollins (2008)
Formato: Paperback
Páginas: 404
Idioma: Inglês

Sinopse: When Charmain Baker agreed to look after her great-uncle’s house, she thought she was getting blissful, parent-free time to read. She didn’t realize that the house bent space and time, and she did not expect to become responsible for an extremely magical stray dog and a muddled young apprentice wizard. Now, somehow, she’s been targeted by a terrifying creature called a lubbock, too, and become central to the king’s urgent search for the fabled Elfgift that will save the country. The king is so desperate to find the Elfgift, he’s called in an intimidating sorceress named Sophie to help. And where Sophie is, the great Wizard Howl and fire demon Calcifer won’t be far behind. How did respectable Charmain end up in such a mess, and how will she get herself out of it?

Opinião:

Howl’s Moving Castle, parte 3! :D Só podia ser coisa boa. Foram horas e horas a ler com um sorriso estampado na cara.

Neste último volume da série Castle, a heroína é Charmain, uma bookworm que não sabendo fazer nada a não ser devorar livro atrás de livro, vai tomar conta da casa de um tio afastado que está muito doente. Mas atenção que este é o mundo de Diana Wynne Jones, por isso nada é normal nestas personagens, este tio é o wizard número um do reino, e a sua casa embora pareça pequena e perfeitamente comum, é um portal labiríntico com portas que se abrem para sítios diferentes conforme uma pessoa vire à esquerda ou à direita no corredor, e se volte não sei quantas vezes no sentido dos ponteiros do relógio ou não. A própria Charmain tem uma queda para a magia que desconhece e nesse aspecto fez-me lembrar bastante a *querida* Sophie do primeiro livro, que também fazia magia sem se aperceber disso.

Charmain é um bocadinho mimada, muito por causa da mãe que achava que ela não tinha que saber fazer nada — imagine-se que a moça não faz ideia de como se lava a roupa, ou a loiça, entre outras coisas, agora junta-se isto a uma casa mágica, e o resultado só podia dar para rir. Esta situação ganha ainda mais graça quando entra em cena o Peter, um moço que vinha para ser aprendiz do grande wizard mas que ao chegar ao seu destino encontra aquela casa num caos, e uma rapariga que só quer que a deixem sossegada a ler. Eles vão-se enfurecer muito um ao outro, e nem dá para uma pessoa escolher um lado, porque se a Charmain são sabe fazer simples tarefas, o Peter piora várias vezes a situação ao recorrer à magia porque corre-lhe sempre alguma coisa mal.

Só mais tarde é que lá entra a família Pendragon na festa, e eles vêm investigar o desaparecimento do ouro do rei — quer dizer, a Sophie vinha, os outros vêm porque o Howl não suporta ficar para trás. Adorei rever estes três personagens (quatro, com o Calcifer), e sem dúvida que o meu elemento favorito da família é o bebé Morgan, que é o cúmulo da fofura, e diz as cores da maneira mais linda, blue: boo, purple: urple, red: “dead?”.

Várias momentos deste livro trouxeram-me à memória cenas do filme, como aquela em que Charmain estende a roupa, a descrição do campo de flores, e até a pastelaria do pai dela me lembrou a loja onde trabalha a irmã da Sophie no filme. A cadelinha Waif lembra-me o Heen, e o próprio Peter bem podia ser o Markl da animação.

Heen!

Sinto que escrevi uma mega sinopse em vez de uma opinião, mas realmente esta é uma autora tão fácil de ler, mas tão difícil de opinar sobre. It’s all good!

Classificação: 8/10

Goodreads ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com

* * *

Leitura conjunta com a quigui @Spoilers and Nuts


It’s over! *sad face*

I’m so surprised that I managed to read more than what I had planned — yes, I made a small change in my initial choices, but I still finished one book, read three more, and started another one. Let’s say I read a total of four. :D

I also participated in all the challenges -TBR Pile, Book to Movie, Picture, Match the Heroine- which were so much fun. Seriously. A big thank you to all the co-hosts for coming up with them, and especially to the mastermind of this whole thing: Amanda from On a Book Bender.

That’s it! The Bout of Books read-a-thon will be back in the summer, and I’ll certainly be in it.

* * *


This is the last day of the read-a-thon, and I’m having so much fun *:D* — today’s challenge is to match the heroine from a book read during the event, with a hero from another book of my choosing.

And just because it would be fun to watch them fight, I’m pairing up:

Kate & Valek

Being Kate the heroine from Magic Burns by Ilona Andrews, and Valek the hero from Poison Study by Maria V. Snyder.

The Bout of Books read-a-thon is hosted by Amanda @On a Book Bender, and the Match the Heroine challenge is hosted by Amber @Down the Rabbit Hole.


Untamed (MacKinnon’s Rangers #2) – Pamela Clare

Magic Strikes (Kate Daniels #3) – Ilona Andrews

Mais um livro da Pamela Clare, e isto sem ter lido o primeiro da série, mas não sei… cheira-me que vou gostar (historical romance com highlanders = HELL YES); e também já cá canta o terceiro da série Kate Daniels, oh boy, aquilo está a ficar bonito, está.

E porque estou a tentar comprar menos livros e ler mais do que já tenho a acumular pó nas estantes há muito, só devo publicar a Mailbox lá para o fim do mês. ;)




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