Through the Ever Night

16Abr14
through-the-ever-night-1Autor: Veronica Rossi
Série: Under the Never Sky, #2
Editora: Atom
Publicação: Janeiro, 2013
Formato: Paperback
Páginas: 341
Idioma: Inglês
Dystopia Reading Challenge 2014 ~ 3

Sinopse: It’s been months since Aria learned of her mother’s death.
Months since Perry became Blood Lord of the Tides, and months since Aria last saw him.
Now Aria and Perry are about to be reunited. It’s a moment they’ve been longing for with countless expectations. And it’s a moment that lives up to all of them. At least, at first.
Then it slips away. The Tides don’t take kindly to former Dwellers like Aria. And the tribe is swirling out of Perry’s control. With the Aether storms worsening every day, the only remaining hope for peace and safety is the Still Blue. But does this haven truly exist?
Threatened by false friends and powerful temptations, Aria and Perry wonder, Can their love survive through the ever night?
In this second book in her spellbinding Under the Never Sky trilogy, Veronica Rossi combines fantasy and sci-fi elements to create a captivating adventure-and a love story as perilous as it is unforgettable.

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Opinião:

Tinha muito medo desta sequela—daí ter demorado taaaanto tempo a pegar no livro—mas mal comecei a ler, a história tornou-se de tal maneira viciante que me esqueci completamente porque é que tinha medo antes.

A Rossi fez um trabalho estupendo neste volume, avança na história sem encher chouriços, ou repetir dramas, embora eu não tenha gostado nada daquela fase em que a Aria e o Perry passam tanto tempo separados, ainda por cima porque ele passa o tempo todo com macaquinhos na cabeça acerca da relação da Aria com o Roar, de tal maneira que fui obrigada a rolar os olhos nas órbitas algumas vezes—chateia-me que isso tenha acontecido com esta série.

A história é retomada exactamente no ponto onde o Under the Never Sky tinha ficado, com o reencontro da Aria e do Perry que acontece mesmo no final do primeiro livro. A Aria segue com ele para o acampamento dos Tides, mas eles decidem que vão esconder que são um casal de maneira a dar um tempo ao pessoal para se habituar à Aria, e aceitá-la como um membro da tribo. Claro que no início quase toda a gente a olha com desconfiança, alguns mesmo com ódio, e não demora muito a alguém tentar matá-la. Esta fase do livro foi especialmente emocionante, fiquei com o coração apertadinho, apertadinho pela Aria, e mais ainda quando ela toma aquela decisão de ir salvar o Talon com Roar, sem dizer nada ao Perry. Heartbreak. (-__-)

Antes de irem atrás do Talon, eles param no acampamento do mafioso, horroroso, deixa-me-com-a-pele-galinha Sable, e lá encontram a Liv, a irmã do Perry, e a amada do Roar. Gostei muito desta personagem, ela que é uma espécie de Xena, a Princesa Guerreira, e dói-me o coração não só pelo que lhe acontece neste livro, mas por toda a sua história. PORQUE É QUE ELA NÃO PODE SIMPLESMENTE SER FELIZ COM O ROAR, PORQUÊ.

Entretanto a Aria também se alia a uma personagem que eu nunca pensei voltar a ver, ou muito menos vir a gostar: Soren; mas ele surpreendeu-me, e embora seja muito idiota, é um homem de palavra, e mais importante que isso, indispensável para recuperar o Talon. Foi com algum choque que dei por mim a apreciar os capítulos em que ele entra, e mais tarde, a ‘shipá-lo’ com a Brooke, outra personagem que nunca pensei vir a gostar.

O final foi tão emocionante como o início, em parte por causa do segundo reencontro da Aria e do Perry, mas também porque os Tides passam a olhar para a Aria com outros olhos—aleluia.

O que acabou por me chatear mais do que qualquer outra coisa, foi o Perry interessar-se durante breves momentos por um animal chamado Kirra—o grande mentecapto! Tão, tão gross, e desnecessário. Acho que só vou ter paz quando ele contar à Aria o que se passou, porque ela merece saber.

Em suma, foi um excelente segundo volume, a história avança, coisas importantes acontecem, o romance continua forte e embora a Aria e o Perry já sejam um casal desde o livro #1, a autora consegue manter a relação deles interessante, estupidamente deliciosa, e sem sequer ser o foco da história. E porque acho que merece ser dito: tal como no primeiro livro, não há cliffhanger do mal no fim, tenho a impressão que a Rossi nunca recebe crédito o suficiente por isso.

4stars

EN | Goodreads | The Book Depository | Amazon
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