Filmes e Séries 2015

27Dez15

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O ano está quase quase a terminar, o que quer dizer que já falta muito pouco para postar aquele artigo dos favoritos (e o giveaway!) que no fundo é uma espécie de wrap-up anual, o problema é que também quero sempre falar sobre uma determinada série ou filme que vi algures durante o ano e gostei muito, mas por norma quando acabo de falar sobre os livros já o artigo vai suuuuper longo e enfadonho, de tal modo que já nem eu tenho paciência para mim própria, e das duas uma, ou já não escrevo sobre isso de todo, ou escrevo alguma coisita em tom de nota. And it sucks.

Portanto! Este ano decidi que os filmes e principalmente as séries iam ter direito ao seu próprio artigo, que eu vou tentar ao máximo não esticar muito, mesmo quando me apetece fangirlar à grande e à francesa.

Cá vai:

—SÉRIES—

Poldark — Começo com um grande favorito, Poldark, que tem o mui jeitoso do Aidan Turner no papel principal. Oh pra’quele frown, aquele cabelo ao vento, aquele colete apertadinho, aquele casaco de veludo, tudo isto com a península pitoresca de Cornwall como pano de fundo—be still my heart. A história é em parte romance, parte family issues, parte drama social, parte… cenas… destas…

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A segunda temporada estreia em 2016. Poldark é adaptado da série de livros de Winston Graham, The Poldark Saga.

* * *

Broadchurch — Ainda só vi a primeira temporada de Broadchurch, que consiste apenas em oito episódios, os protagonistas são David Tennant e Olivia Colman, eles que vão investigar a morte de um menino, Danny Latimer, numa pequena comunidade. Os suspeitos do crime vão-se acumulando com o passar dos episódios, da mesma maneira que se vai sabendo mais um bocadinho do que aconteceu na noite em que Danny perdeu a vida.  Eu honestamente nunca suspeitei do culpado, alto jawdrop. Tenho de ver a segunda temporada—penso que seja sobre um crime diferente.

* * *

Silent Witness — Comecei a ver Silent Witness totalmente por acaso num dia em que estava a fazer zapping e parei na BBC Entertainment—o que me fez parar foi o facto de que estava alguém casualmente a abrir um estômago com uma tesoura. Yep, esta série não é para os mais sensíveis, as autópsias são visualmente mais agressivas do que a típica autópsia no CSI ou outra série do género.

Resumidamente esta série segue um trio de patologistas que por vezes se envolve demais na resolução dos casos que lhes chegam às mãos. Há eeeene temporadas do Silent Witness, e nas iniciais os protagonistas nem sequer eram os da imagem. Actualmente já não anda a dar na BBC.

* * *

Jonathan Creek — Jonathan Creek! Um obrigatório para os apreciadores do género locked-room mystery. Este é outro grande favorito, andei obcecada por esta série há coisa de um mês, literalmente obcecada, ao ponto de só parar de ver episódios quando o meu pobre PC parecia que ia entrar em autocombustão se não lhe desse descanso.

Esta série é relativamente antiga, a primeira temporada data de 1997, e segue as investigações de Jonathan Creek, um nerd que é o cérebro por detrás de todos os truques de um mágico famoso, e Maddie Magellan, uma jornalista de investigação e escritora super carismática e mandona. Estes dois começam a investigar coisas juntos um bocado por acaso, o Jonathan totalmente contrariado, até que a Maddie percebe que ele é super inteligente e capaz de desvendar os crimes que aparentemente são impossíveis de desvendar—porque todos eles acabam por ser uma espécie de truque, que é a especialidade do Jonathan—e já não o larga, arranja sempre maneira de o envolver, arrastar, enganar para ir investigar cenas com ela.

Parte do charme desta série para mim é a falta de toda uma panóplia tecnológica que por norma está presente em tudo que é crime show, dado que 1. os mistérios desta série requerem mais wit do que propriamente computadores & Co. para serem resolvidos, e 2. afinal estamos a falar dos anos noventa, quando os telemóveis ainda eram tijolos com antena de puxar (a Maddie tem um! xD).

* * *

And Then There Were None — Aidan Turner outra vez, se bem que nesta produção a personagem dele é assim um bocado para o jerk. And Then There Were None é a adaptação no formato de mini-série do clássico de Agatha Christie, sobre um grupo de dez pessoas convidadas para um casarão numa ilha não-habitada, e uma vez lá, um a um, eles começam a morrer. Acontece que todos eles, de uma maneira ou de outra, foram responsáveis por homicídios, e agora alguém se quer vingar. Ainda só vi o primeiro episódio—entenda-se que esta mini-série só começou a ser exibida ontem.

* * *

Parks and Recreation — Parks and Rec já cá anda há uns anitos mas tragicamente só me deu para começar a ver este ano—que também coincidiu ser o ano em que foi transmitida a sétima e última temporada—e OMD, o que eu andei a perder este tempo topo, esta série é crack do melhor. Quem ainda não viu Parks and Rec que faça um grande favor à sua pessoa e comece JÁ.

* * *

True Detective — Outra série que nunca pensei que ia ver, muito menos gostar, mas confirma-se, é coisa boa. A minha coisa favorita do True Detective são as picardias entre o Marty (Woody Harrelson) e o Rust (Matthew McConaughey). O Rust tem uma visão muito pragmática e nada, nada romântica da vida, o que deixa o Marty um bocadinho desconfortável—o resultado das conversas deles são quase sempre hilariantes. Ainda só vi a primeira temporada.

* * *

Fargo — Esta série é inspirada no filme de 1996 com o mesmo nome, e basicamente resume-se assim: certo dia Lorne Malvo (Billy Bob Thornton) visita uma pequena cidade dos EUA… and all hell breaks loose. A sério, a bola de neve de homicídios aleatórios é de deixar uma pessoa num estado constante de facepalm.

A minha coisa favorita acerca desta série são os polícias, Molly e Grimly, porque eles são os dois um bocadinho tímidos e awkward em todos os sentidos, e nem sequer têm grande autoridade nos respectivos locais de trabalho, mas ainda assim fazem as perguntas que precisam ser feitas, e continuam a insistir no caso mesmo quando os superiores já nem os podem ver à frente.

* * *

O Mentalista — Não sei porque nunca me deu para ver O Mentalista antes, aliás, eu evitava ver esta série—a minha televisão quando está ligada está quase sempre no AXN, e eu, a grande idiota, mudava de canal sempre que estava dar um episódio. Quando finalmente me dignei a prestar atenção a um do principio ao fim fiquei naquele estado de “oh shit” e fui ver as temporadas todas.

Portanto, amo o Jane que é tão maluco e adorável, sou completamente fã de todos aqueles truques e joguinhos e manias dele, e ainda da maneira como ele envolve toda a equipa nos seus esquemas. O que me diverte sempre mais é o Cho porque ele é tão no-nonsense mas ainda assim confia sempre e nem sequer discute quando é para entrar num dos truques. Já para não falar que ele faz a melhor expressão deadpan de todos os tempos. A sério.

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Na sexta temporada (são sete no total) aparece uma nova personagem que também é das minhas favoritas, e ele é Wylie, o técnico de informática que é um bocadinho cromo, e que fica super entusiasmado quando o deixam participar nos esquemas—nem que seja pelas costas dos superiores.

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O que me leva ao Abbott, outro favorito, ele que começa por ser um grande durão, mas que acaba por ceder aos encantos do Jane, e que ainda por cima se torna no maior shipper do Jane e da Lisbon, mata-me de riso sempre que ele se põe a fazer de matchmaker e a mandar bocas.

* * *

Fear the Walking Dead — Sou grande fã de The Walking Dead, portanto não foi exactamente uma surpresa ter ficado fã deste spin-off/prequela que acompanha os esforços de uma família residente em Los Angeles pela altura dos primeiros sinais do fim do mundo como o conhecemos via walkers. Esta família, como todas as outras, tem vários problemas pendentes e recorrentes entre os vários membros, e nada como um zombie apocalypse para obrigar toda a gente a lidar com isso e mais alguma coisa.

A minha coisa favorita desta série acabou por ser a relação entre os irmãos Nick e Alicia. São tão fofos.

* * *

Scream: The TV Series — Em termos de história esta série não tem ligação com os filmes ou com a Sidney, mas o formato mantêm-se—a protagonista é uma rapariga que de repente se vai ver no centro de uma série de homicídios sangrentos e a explicação para isto vai remexer com o passado da sua família.

Esta é a típica série da MTV para os mais jovens, completa com referências ao mundo real e ainda alguns clichés, mas surpreendentemente interessou-me do primeiro ao último episódio. Gostei especialmente do grupo de amigos da protagonista, Emma—mais do que gostei dela—personagens como o Noah, a Brooke, o Jake e a Audrey.

—FILMES—

Este ano não fui ver assim muuuitos filmes ao cinema, mas os poucos que vi valeram completamente o preço do bilhete—embora nem sequer tenha opinado aqui no blogue sobre todos—e são eles:

  • Vingadores: Era de Ultron — AVEEEENGERS!! Algumas revelações estranhas nesta sequela mas os Avengers são os Avengers e ponto final parágrafo. Adorei a adição do Vision e dos Maximoff ao grupo, embora o final dos irmãos tenha sido tão triste.
  • Homem-Formiga — Ninguém dava nada pelo Paul Rudd como herói da Marvel mas OMD, funcionou tão bem. Ainda assim a minha coisa favorita deste filme foi o Luíz do Michael Peña.
  • Kingsman: Serviços Secretos — Tão maluco e original este filme, nunca tinha viso coisa igual.
  • Spy — Adoro a Melissa McCarthy, ela é honestamente a única actriz que me faz ir ao cinema para ir ver uma comédia.
  • O Agente da U.N.C.L.E. — Este foi a surpresa do ano para mim, não pensei que ia gostar tanto de um filme com o Armie Hammer, mas opá!! O Peril acabou por ser o meu favorito, a par da Gaby.❤
  • Me and Earl and the Dying Girl — A choradeira. Aquele final destruiu-me.
  • Star Wars: O Despertar da Força — A estrelinha brilhante do ano. O novo Star Wars é tudo o que eu queria e mais. A Rey é a heroína que todos precisávamos, ao mesmo tempo badass e vulnerável, doce e destemida. Também adoro o facto de, apesar de tudo o que a torna especial, ela parecer sempre tão real e normal com as suas bochechas coradas do esforço, com o cabelo ora fora do sítio, ora colado à cara por causa da transpiração, assim tipo eu quando ando os 15 minutos necessários até à paragem do autocarro. Rey❤ Finn❤ Poe❤ BB-8!!!❤.

E claro que fui ver a parte dois do Mockingjay, não posso dizer que tenha sido um favorito, ainda estava à espera de pelo menos uma alteração à história em relação ao livro, mas nope, no luck. No grande esquema das coisas o que mais me deixou num estado de WTF foi aquela parte final em que tanta coisa acontece enquanto a Katniss está inconsciente e consequentemente a audiência também não vê nada do que se está a passar. Achei tão anti-climático. O romance foi triangular e chatinho até ao fim, mas já nem vale a pena continuar a bater no ceguinho porque acabouI’m free!

Ainda quero ver vários filmes que estrearam este ano e não tive a oportunidade, assim de repente lembro-me do Mad Max: Fury Road, The Martian, Pitch Perfect 2, Ex Machina, Inside Out e ainda o Jurassic World, só para pôr as vistinhas no Chris Pratt.

Antes de terminar também tenho que falar no Rubinrot e no Saphirblau, que não vi no cinema mas vi este ano e sem dúvida que eles também fazem parte da minha lista de favoritos. A Gwenny é tão querida e faz-me rir tanto, especialmente quando o parvo do Gideon está por perto a massacrar-lhe o juízo.

gideongwenShe’s beauty, she’s grace, she falls a lot on her face.


2 Responses to “Filmes e Séries 2015”

  1. 1 iceanna

    OMG era o post que eu precissava =D
    (assim que a pixie for para a faculdade! <_<))


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