O Fantástico Homem-Aranha 2: O Poder de Electro, o filme

01Maio14

o-fantastico-homem-aranha-2Custa-me dizer isto, mas esta sequela foi decepcionante. Lembro-me de ter saído do primeiro filme completamente em awe e com vontade de o ver outra vez já a seguir, enquanto que neste, por altura do intervalo, eu já só pensava, Caraças, nunca mais acaba, e está lá fora uma queijada de cenoura com o meu nome [estômago a fazer barulhos nonstop].

Por muito que goste de romance e momentos fofinhos entre os protagonistas, acho que neste filme as cenas entre o Peter e a Gwen foram um exagero, mais do que uma vez dei por mim a dizer para os meus botões can we move along now, please?

Para além de que achei todas estas cenas muito óbvias, desde o início que senti que o filme era um longo e demorado adeus para o casal, como já se sabia que ia ser, mas estava à espera que o resto do filme me distraísse disso até ao momento do adeus definitivo—well, no luck. Quer dizer, pelo amor de Deus, mesmo se eu não soubesse do destino da Gwen por causa dos comics, bastava ouvir um bocadinho do discurso de graduação para perceber que ela ia bater a bota. Foreshadowing fail.

E chateou-me saber que cortaram a Mary Jane desta sequela supostamente porque o filme já tinha tantas coisas a acontecer, e porque já era tão longo e complexo que era melhor deixar a MJ, uma personagem que merece bastante tempo de antena, para o próximo, quando há ene cenas entre o Peter e a Gwen que podiam muito bem ter sido editadas porque se prolongam sem necessidade, ou até deixadas de fora, porque se repetem—aquele drama namoram-separam-se-namoram-separam-se foi super repetitivo.

Achei o Electro um vilão muito meh, e o Harry, no fim, como Green Goblin não me impressionou nada, só me deixou assim pró’ enojada.

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Positivos: o Andrew Garfield continua estupendo no papel de Peter/Spider-Man, ele consegue ser awkward, geeky, charming e hilariante ao mesmo tempo—o humor/sarcasmo do Spidey sempre foi o que mais admirei neste superherói, e pelo menos esse lado continua em alta nesta sequela; a Sally Field como tia May continua adorável, aprecio muito esta senhora, e acho que ela e o Andrew têm uma química perfeita, como se fossem mesmo uma dupla de tia e sobrinho, que são basicamente mãe e filho; os efeitos especiais no Spider-Man, especialmente quando ele anda aos saltos pela cidade, são fora de série, e nem sequer vi o filme em 3D.

Em suma, repetitivo, previsível, e a falhar no campo da originalidade, mas não é um filme mau, de todo, e quanto mais não seja, vale a pena ir ver porque o Andrew é um one-man show, e o fato de lycra fica-lhe a matar.

Nota: A queijada era deliciosa. (◡‿◡✿)

Trailers:

Se a memória não me falha, Godzilla e Transcendence.



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