The Girl with the Iron Touch

06Jun13
the-girl-with-the-iron-touchenglish-postAuthor: Kady Cross
Series: The Steampunk Chronicles, #3
Publisher: Harlequin Teen
Publication date: May 28, 2013
Format: Hardcover
Pages: 343

Synopsis: When mechanical genius Emily is kidnapped by rogue automatons, Finley Jayne and her fellow misfits fear the worst. What’s left of their archenemy, The Machinist, hungers to be resurrected, and Emily must transplant his consciousness into one of his automatons—or forfeit her friends’ lives.
With Griffin being mysteriously tormented by the Aether, the young duke’s sanity is close to the breaking point. Seeking help, Finley turns to Jack Dandy, but trusting the master criminal is as dangerous as controlling her dark side. When Jack kisses her, Finley must finally confront her true feelings for him…and for Griffin.

Review:

I feel like I have a complicated relationship with The Steampunk Chronicles, I don’t love it, but I certainly don’t hate it, the protagonist is not a favorite of mine, but a couple of secondary characters are, and honestly sometimes my eyes do the roll because of the writing, however, I keep wanting to read the next installment when it comes out. Like I said: it’s complicated.

This is the third book in the series, after The Girl in the Steel Corset and The Girl in the Clockwork Collar, and basically what happens is that Emily is kidnapped and the rest of the gang needs to figure out who took her and where she is being held so they can have their lass back, and somewhere in between they all meet The Girl with the Iron Touch, which is kind of a part human, part machine female Frankenstein—she’s okay; I enjoyed her ‘coming to life’ moments, and how the author manages to describe what she’s feeling in first person when this being doesn’t even know what feelings are.

But anyway, I was extremely excited to find out Em had a lot more protagonism and character development in this chapter of the chronicles—POVs and all!—because she is my favorite, along with Sam, who happens to be her brooding, tall, dark and handsome love interest; their relationship finally gets new and shiny improvements in this one, but I have to say it annoyed me to no end that they had so little time together when goddamn Finley and Griffin had so many similar and boring scenes in which they kept getting cockblocked. Who cares?? Not this reader, for sure! Have sex, don’t have sex, just get it over already, or not, and spare me the details, because guess what, I don’t want to read about it again, mind you. >__> Griffin doesn’t even do it for me.

And since I’m talking about things that get on my nerves, I must say that Finley reminding me in every damn chapter of how handsome the boys are, especially Griffin, is exceedingly annoying, and it just makes me dislike her even more. I mean, and I kid you not, she’s been doing it since book one, yeah, thanks Finley I got the message, Griffin is a Greek God, Dandy was carved by a dozen angels, Jasper is fiiiine, and even Sam, when he smiles, oh boy, Em knows how to pick them! CAN WE MOVE ALONG NOW, PLEASE. (I just noticed I complained about this exact same thing on my review of book #2… really, let it go Kady. Just. Let. It. Go.)

Clearly, this can’t be the last book in the series, even though I can’t find information about a possible fourth installment or about what Kady is writing at this point, but I’m still assuming book #4 is on its way, and yes, I’ll read it, I’ll read it just to make sure not even God himself could sink my ship.

(I received this book from the publisher, via NetGalley, thanks guys.)

Rating: 5/10

Goodreads ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com


6 Responses to “The Girl with the Iron Touch”

  1. 1 p7

    Acho que li algures que a autora foi contratada para mais dois livros desta série, por isso vai continuar, sim.😉

    Espera aí…esses tipos todos que a Finley passa a vida a dizer que são giros e tal, são todos love interests dela? xD

    • Nesta altura é só o Griffin, só que ela ainda adooora atenção do Dandy (chega a ficar meio ciumenta por causa dele), mas nos anteriores já chegou a andar a arrastar asinha para estes dois mais o Jasper, e ainda para um dos vilões anteriores. É super irritante. E é que depois são todos lindos, tão lindos que até lhe cortam a respiração. *eye roll* Digo-te, esta heroína estraga-me a série. A Emily é que devia ser a protagonista.

      Ah, bom. Bem tinha de ser, porque o fim deste não é fim de série.

      • 3 p7

        Pelo menos já sabes que não ficas pendurada com esse fim.🙂 Não é como uma certa série que eu podia nomear que no último livro faz tudo menos ser o último livro da série. xD

        Uau, quatro ao mesmo tempo? Quase que tenho vontade de ler isso. xD Pelo menos a moça tem bom gosto ao rodear-se de rapazes giros.😛

        Gostava também de experimentar os outros livros steampunk que a autora escreveu, são duas séries publicadas com dois pseudónimos diferentes entre si, e diferentes deste pseudónimo também. Acho que ao todo, ela publica com o nome dela, e com pelo menos três pseudónimos. :O

      • Essa provavelmente ainda escreve outro também… não?

        Wow, quem é que ela pensa que é, o Fernando Pessoa? xD

      • 5 p7

        Bem, tendo em conta que estou a falar do Dead Silence, acho que não. xP A Kimberly já está contratada para lançar uma nova série para o ano, e ainda tem a do The Pledge, por isso não sei como é que ela podia convencer os editores a publicarem mais um livro.:/

        Lool, às tantas. xD A única explicação que tenho é que os editores não gostam muito de publicar mais que um livro do mesmo autor e género por ano, para não haver “sobreexposição” do autor, e para contornar isso e publicar mais que um livro por ano, alguns autores usam pseudónimos. Suponho que é o caso da Kady Cross/Kate Cross/Kate Locke/Kathryn Smith.

      • Mmm. É tão estanho ela continuar a série Pledge quando o primeiro livro podia muito bem ter sido um standalone, e não continuar o Body Finder que precisava de um fim a sério. :s

        Isso faz sentido. A gente sabe que há autores que publicam sob pseudónimos quando escrevem em géneros diferentes, mas realmente se a Kady escreve sempre steampunk não vejo outra razão senão a tua hipótese.


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