Soulless

08Jan12
Autor: Gail Carriger
Série: The Parasol Protectorate #1
Editora: Orbit (2009)
Formato: Mass Market Paperback
Páginas: 365
Idioma: Inglês
Challenge: Steampunk 2012 ~ 1/12

Sinopse: Alexia Tarabotti is laboring under a great many social tribulations. First, she has no soul. Second, she’s a spinster whose father is both Italian and dead. Third, she was rudely attacked by a vampire, breaking all standards of social etiquette.

Where to go from there? From bad to worse apparently, for Alexia accidentally kills the vampire –and then the appalling Lord Maccon -loud, messy, gorgeous, and werewolf- is sent by Queen Victoria to investigate.

With unexpected vampires appearing and expected vampires disappearing, everyone seems to believe Alexia responsible. Can she figure out what is actually happening to London’s high society? Will her soulless ability to negate supernatural powers prove useful or just plain embarrassing? Finally, who is the real enemy, and do they have treacle tart?

Opinião:

Tinha um ideia do que é que me esperava neste livro depois de cuscar algumas reviews e conversas dos meus Goodreads friends acerca dele. Alguém, *aponta para a Whitelady3*, comparou esta série à dos Bridgertons da Julia Quinn, e pronto, imaginei logo que tinha de ser coisa boa, ou que pelo menos me interessasse nem que fosse um bocadinho — mesmo com os vampires e werewolves que avisa a capa. (Parasols: ok.)

Inicialmente andei perdida no meio de tanto termo novo e desconhecido, e levei o meu tempo a embrenhar-me na Londres alternativa da Carriger, onde criaturas sobrenaturais são vistas como membros normais da  sociedade — mesmo que de um momento para o outro possam virar um bicho selvagem com queda para rasgar pessoas aos bocadinhos e que na volta estejam completamente nus em público (e com senhoras presentes! — o escândalo).

No entanto, gostei da heroína, Miss Alexia Tarabotti, desde o primeiro instante, ou não fosse ela a spinster renegada pela família e pela sociedade no geral, em grande parte por ser uma mulher decidida, opinada, e com uma aparência considerada nada atraente para a época. Esta última parte espetava-me sempre agulhas no coração quando vinha à baila, porque realmente aquela família não podia ser mais ridícula na maneira como trata Alexia. Ela tem uma imagem muito atrofiada de si própria e a ideia fixa de que não pode de maneira alguma ser desejável seja para quem for, muito por causa daqueles asnos a quem ela chama de familiares.

Alexia também é uma criatura sobrenatural, ou melhor, preternatural, e a Soulless da história — e não possuir alma neste mundo significa que ela consegue neutralizar os poderes de outras criaturas instantaneamente ao mínimo toque. Portanto, é vê-la lançar-se contra lobos gigantes ao ataque -só contra um neste caso- e de súbito encontrar-se nos braços de um homem nu.

Neste primeiro volume da série, alguém vai querer estudar este seu ‘poder’, e para isso fazer-lhe coisas horríveis, como por exemplo, tirar-lhe sangue. Neste aspecto a história fez-me lembrar um bocadinho o Anjo Mecânico em que anda tudo atrás da Tessa a fim de se aproveitarem dos seus poderes.

Outra coisa que gostei foi de todo o nonsense presente quer nos diálogos, quer na mente de Alexia — mesmo nas situações mais bicudas ou embaraçosas. No entanto, sinto que ainda não conheço a personagem totalmente, mas espero vir a, nos próximos volumes, assim como espero vir a perceber esta coisa de não ter alma, porque à parte de desligar os poderes dos outros, não lhe vi mais traço peculiar algum que pudesse estar ligado a isto. E claro que me senti defraudada com aquela cena final na carruagem (bump in road + “Ouch, that hurt” …WTF!), pelo amor de Deus Gail, estava à espera de uma cena mais decente, mesmo que o Lord Maccon entre nela — é o meu direito como reader!

Classificação: 7/10

Goodreads ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com


9 Responses to “Soulless”

  1. 1 p7

    Shame on me, segundo o BD comprei este livro em Abril do ano passado. :roll eyes: Até parece divertido, e estou curiosa para ver essa comparação com os Bridgertons.🙂

  2. 😀 I regret nothing!

    Portanto, é vê-la lançar-se contra lobos gigantes ao ataque -só contra um neste caso- e de súbito encontrar-se nos braços de um homem nu.
    E que se põe a cheirar-lhe o cabelo, pescoço e fazer uma senhora perder a compostura! A impropriedade de tal criatura insolente! xD

    Estes livros foram tão bons para desanuviar. O humor era exactamente à minha medida e a história interessante. Todo o mundo vai sendo desenvolvido ao longo dos livros e as coisas fazem algum sentido.

    • \o/

      É um animal aquele homem! xD

      Ah, ainda bem, também era dose ficar tudo explicado no primeiro livro. Já tenho mais dois a caminho =)

  3. Pois, eu não achei grande piada à Miss Tarabotti, achei-a particularmente irritante. As cenas com o Lord Maccon foram bem divertidas mas a história em si não achei nada de extraordinário.

  4. 7 quigui

    Mmm, pode ser que te peça emprestado… Não estou ainda 100% convencida, mas parece engraçado.


  1. 1 2012 Steampunk Reading Challenge: check (kind of) | Cuidado com o Dálmata

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