Mini-opiniões: Perfect Chemistry, The Wish List, Epic Fail, Kushiel’s Dart

03Set11

Autor: Simone Elkeles

Editora: Simon & Schuster (2010)

Páginas: 368

Idioma: Inglês

Opinião: Fofinho este. A história é basicamente um Os Opostos Atraem-se/Romeu&Julieta-que-não-acaba-em-suicídio-por-simpatia, e é sobre uma miúda rica, inteligente e popular, que se apaixona por um rapaz pobre, também ele inteligente, e membro de um gangue. Tudo começa porque eles têm de fazer um trabalho de grupo para a disciplina de Química, e pronto, uma coisa leva à outra, e o amor acontece. Dentro do género YA-contemporâneo este parece-me um bom exemplo, já que a heroína não é uma daquelas Mary Sues que tantas vezes fazem com que o leitor tenha vontade de bater com a cabeça na parede. A grande preocupação da vida de Brittany é a sua irmã Shelley, que sofre de uma deficiência física e mental, e é comovente ver a grande dedicação que Brittany lhe tem – ainda por cima quando os pais delas são claramente vindos de outro planeta. Muito fácil e rápido de se ler.

Classificação: 7/10

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***

Autor: Gabi Stevens

Editora: Tor Books (2010)

Páginas: 371

Idioma: Inglês

Opinião: Este não foi bem o que eu estava à espera, mas ainda assim foi positivo. A capa cor-de-rosa com aqueles efeitos brilhantes pode levar a pensar que se trata de YA, mas surpresa, surpresa: não é! A protagonista, Kristin, tem vinte e muitos anos, e o herói, Tennyson, trinta e tal. A história começa com Kristin a ficar a saber que é uma das novas fairy godmothers, porque as anteriores aposentaram-se. Para assumir este papel, ela vai ser testada por Tennyson, um feiticeiro muito jeitoso e mal disposto. Eles dão-se muito mal durante quase todo o livro, mas também muito bem noutro sentido. Há ainda um feiticeiro malvado à mistura que quer governar o mundo mágico, e que quer ainda a Kristin como sua aliada. Assim de repente este resumo pode parecer muito disparatado, mas confesso que até achei graça ao livro.

Classificação: 7/10

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***

Autor: Claire LaZebnik

Editora: HarperTeen (2011)

Páginas: 288

Idioma: Inglês

Opinião: Brain-candy. Qualquer Pride&Prejudice retold vai ser sempre brain-candy para mim. Ainda mais se for YA, como é o presente caso. A fórmula é simples: é só pegar nas personagens principais do P&P, transportá-las para a actualidade, e tirar-lhes uns anitos; depois o Darcy terá de vir de uma família rica e se possível célebre de alguma maneira, enquanto que a Lizzy terá de pertencer a uma família perfeitamente comum, e claro, ser a única rapariga normal e decente no meio das parvalhonas todas que deixam o cérebro em casa quando saem à rua. Qualquer personagem com o mínimo de Darcyismo consegue farejar uma destas a milhas de distância, mesmo que não mostre entusiasmo na sua descoberta – diga-se que as parvalhonas também facilitam a tarefa, só têm de abrir a boca (ha!). Resumindo, este não foi muito diferente do Prom and Prejudice da Elizabeth Eulberg que li no início do ano, mas se tivesse que me decidir por um preferido entre os dois, optaria pelo Prom and Prejudice, principalmente devido aos protagonistas que são mais maduros e assim parecidos com os originais de Miss Austen, do que os deste Epic Fail. Ainda assim, este não deixa de ser uma boa introdução ao P&P para os mais jovens. *Methinks*

Classificação: 6/10

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***

Publicado em Portugal em dois volumes: O Dardo de Kushiel e A Marca de Kushiel pela Saída de Emergência.

Autor: Jacqueline Carey

Editora: Tor Fantasy (2002; 1ª ed.2001)

Páginas: 912

Idioma: Inglês

Opinião: Sob o risco de ser apedrejada e lançada às feras: o horror! A verdade é que não acabei, ou melhor, nem a metade consegui chegar, deixando-me ficar pela página 328, numa frase que diz assim: “And then she began to cut me.” O h-o-r-r-o-r! Make it stop, make it stop! MAKE IT STOP! Voltei a pegar várias vezes no paralelepípedo gigante, mas ficava doente só de pensar na cena em questão, e nas cenas do género (ou piores!) que ainda me podiam esperar, e porque não tenho o estômago que é preciso para tal, desisti do Kushiel’s Dart. Aquela coisa da Phèdre sentir prazer na dor também me deixou sempre desconfortável, principalmente pela maneira como ela é vista e tratada pelo resto do pessoal por causa disso, uns detestam-na e excluem-na, enquanto que outros ficam muito satisfeitos com o facto. Quer dizer, ela é uma miúda. Bastards. (o_o) Se calhar o problema foi não ter entrado na onda daquele mundo, já que, tudo o que me deixava de pé atrás com a história, era normal para o contexto do livro. *sad face*

Classificação: 1/10

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3 Responses to “Mini-opiniões: Perfect Chemistry, The Wish List, Epic Fail, Kushiel’s Dart”

  1. 1 p7

    Quanto aos primeiros três, parecem adoráveis. O Perfect Chemistry ando há tanto tempo para ler que é uma vergonha. 😛

    Quanto ao último, realmente não é para todos, don’t worry, há umas cenas um bocado fortes. 😉 Ficaste na cena com a Melisande e o outro que é príncipe? Sendo assim, ainda bem que não acabaste. Há uma cena mesmo má para a Phèdre lá para o fim…

    • Também quando o leres de certeza que o acabas em poucas horas xD

      😦 Ai jesus, haviam mesmo cenas piores, ai… o_o não, não me digas, nem quero imaginar o que fazem mais à moça. Parece ser bem hardcore esta série. Os meus nervos não aguentam…


  1. 1 Blade-Soul

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