1001 Livros Para Ler Antes de Morrer – 91 a 100

20Maio10

91.

Mason & Dixon

Thomas Pynchon

Sinopse: Charles Mason and Jeremiah Dixon were the British Surveyors best remembered for running the boundary between Pennsylvania and Maryland. This novel presents their story and features Native Americans and frontier folk, ripped bodices, naval warfare, conspiracies erotic and political, major caffeine abuse.

92.

O Deus das Pequenas Coisas

Arundhati Roy

Sinopse: O Deus das Pequenas Coisas é a história de três gerações de uma família da região de Kerala, no sul da Índia, que se dispersa por todo o mundo e se reencontra na sua terra natal. Uma história feita de muitas histórias. A histórias dos gémeos Estha e Rahel, nascidos em 1962, por entre notícias de uma guerra perdida. A de sua mãe Ammu, que ama de noite o homem que os filhos amam de dia, e de Velutha, o intocável deus das pequenas coisas. A da avó Mammachi, a matriarca cujo corpo guarda cicatrizes da violência de Pappachi. A do tio Chacko, que anseia pela visita da ex-mulher inglesa, Margaret, e da filha de ambos, Sophie Mol. A da sua tia-avó mais nova, Baby Kochamma, resignada a adiar para a eternidade o seu amor terreno pelo Padre Mulligan..
Estas são as pequenas histórias de uma família que vive numa época conturbada e de um país cuja essência parece eterna. Onde só as pequenas coisas são ditas e as grandes coisas permanecem por dizer. O Deus das Pequenos Coisas é uma apaixonante saga familiar que, pelos seus rasgos de realismo mágico, levou a crítica a comparar Arundhati Roy com Salmon Rushdie e García Márquez.

93.

Memórias de uma Gueixa

Arthur Golden

Sinopse: Quioto, anos 30. Sayuri tem olhos cor de espelho e é uma das mais famosas gueixas do Japão. Acompanha cidadãos japoneses abastados, enverga deslumbrantes quimonos de seda mas tem de pagar pela sua própria liberdade até conhecer um danna que a sustente e pague todas as suas despesas. Na sua vida, tal como na de todas as gueixas, não há lugar para o amor, mas Sayuri apaixona-se… Um romance ímpar e contagiante que demorou dez anos a escrever.

94.

Great Apes

Will Self

Sinopse: When Simon Dykes wakes after a night, he discovers that his world has changed. His girlfriend has turned into a chimpanzee, and so has the rest of humanity. Simon, under the delusion that he is ‘human’, is confined to a psychiatric ward. He becomes of interest to Dr Zack Busner who thinks this case may make his reputation as a truly great ape.

95.

O Fardo do Amor

Ian McEwan

Sinopse: Num ventoso dia de Primavera, um balão de ar quente é arrastado pelo vento com um rapaz no interior do cesto. Na tentativa de salvar a criança, várias pessoas se aproximam. Jed Parry é um dos estranhos que se junta a Joe Rose para tentar ajudar o rapaz. Sem Joe se aperceber, algo de estranho se passa entre ambos nesse dia – algo que gera uma tal obsessão em Jed, que porá à prova o racionalismo científico de Joe, ameaçará o amor da sua mulher Clarissa, e o obrigará a tomar medidas desesperadas para proteger a própria vida. Ian McEwan escreve magistralmente sobre o perigo e a vulnerabilidade humana – mas nunca o tinha feito de uma forma tão acutilante e absorvente como nesta obra. Terrivelmente verosímil e de leitura compulsiva, este é um romance de amor, fé e suspense, que mostra como a vida de um homem comum se pode transformar radicalmente de um dia para o outro, conduzindo-o ao limiar do crime e da loucura.

96.

Underworld

Don DeLillo

Sinopse: Opens at the Shea Stadium at the World Series Game of 1951, where the ball is caught by a young, black man in the crowd, and continues to change hands throughout the book. The various recipients of the ball tell the story of post-war US history giving a panorama of America from the 50s to the 90s.

97.

Jack Maggs

Peter Carey

Sinopse: Jack Maggs, raised and deported as a criminal, has returned from Australia in secret and at great risk. What does he want after all these years, and why is he so interested in the comings and goings at a plush town-house in Great Queen Street?

98.

The Life of Insects

Victor Pelevin

Sinopse: A darkly humorous novel set in a crumbling Black Sea resort, featuring a cast of characters who exist simultaneously as human beings (racketeers, mystics, drug addicts and prostitutes) and as insects. By the author of The Blue Lantern and Omon Ra.

99.

American Pastoral

Philip Roth

Sinopse: Seymour Levov, a devoted family man and inheritor of his father’s factory, comes of age in thriving post-war America. His daughter Merry is the apple of his eye until America begins to run amok in the turbulent 1960s, and Merry grows up to be a terrorist bent on destroying her father’s paradise.

100.

O Intocável

John Banville

Sinopse: Anthony Blunt, artista homossexual da geração de 1930 de Cambridge, foi um distinto historiador de arte inglês, especialista em Poussin, curador da colecção de arte da rainha e director do Courtauld Institute of Art. Mas também era um espião que trabalhou para o Kremlin de 1930 a 1960. Em 1979, foi desmascarado por Margaret Thatcher no Parlamento e humilhado publicamente. Morreu em 1983, vítima de um ataque cardíaco. Em O Intocável, John Banville usa a ficção para contar a vida dupla do último dos quatro espiões de Cambridge a ser desmascarado (os outros foram Guy Burgess, Donald Maclean e Kim Philby). Victor Maskell, o espião da ficção, é uma vergonha pública. Levou uma vida de mentiras. Traiu sua pátria, sua família e a si mesmo. Depois do pronunciamento na Câmara dos Comuns e a revelação de sua vida dupla como espião durante a guerra, a sua fotografia estava em todos os jornais. Humilhado em público, o seu título de cavaleiro foi retirado e o seu posto como curador das obras de arte da rainha chegou ao fim. Tal exposição, depois de uma vida de segredos, deixa uma dolorosa consciência de sua idade, ao mesmo tempo em que sente uma curiosa sensação de renascimento, de ser o dono de sua nova vida. Aos 72 anos, ele resolve contar a sua história, explicar como podia ser, ao mesmo tempo, marxista e monarquista. O que segue é um desfiar de reminiscências, relatadas a Serena Vandeleur, uma jovem que deseja escrever sua biografia. Victor abre sua vida enquanto cozinha. A primeira coisa que ela pergunta é: “Por que você fez isto?”. Durante todo o romance, Victor rodará em torno desta pergunta e, na verdade, não dará apenas uma resposta, mas muitas. A pergunta passa a ser então: em qual delas, se em alguma, pode-se acreditar? John Banville trata dos temas mais perversos da actualidade com profundidade e sensibilidade extremas. O Intocável confirma o talento de Banville como um dos maiores romancistas britânicos vivos.



5 Responses to “1001 Livros Para Ler Antes de Morrer – 91 a 100”

  1. Eu acho esta lista de 1001 títulos uma ideia fantástica (já conhecia do goodreads), mas o mal é que repetem autores o que é mau porque há tantos bons autores que não aparecem na lista. Por exemplo, o Philip Roth, se não me engano, tem três ou quatro livros nesta lista, quando bastaria um para se perceber que ele é um autor a seguir. Acho que ao invés de colocarem vários livros do mesmo autor, deveria alargar horizontes.
    mas talvez nesse caso o melhor título fosse “1001 autores”. Será que alguém já fez isso?

    Já agora, desta lista só tenho o “Deus das pequenas coisas”.

    • Olá Ana, sem dúvida, há autores que provavelmente têm listados nestes 1001 Livros todas as suas obras, se por um lado isto pode servir para mostrar como o autor é mesmo, mesmo bom, por outro também pode ser mesmo, mesmo exagero. Mas pensa assim, dos autores que tiverem uma resma de livros pode-se escolher um ou dois para ler e pronto, já chega, afinal acho que é uma tarefa dos diabos conseguir ler estes títulos todos numa vida (que sonho!), tendo em conta que, como tu disseste e bem, tantos outros autores que valem a pena estão aqui seriamente a falhar…

      Pois é como eu, também só tenho esse, e ainda não o li:)

  2. Eu também ainda não o li.
    E sim, também eu sonharia poder ler estes 1001 numa vida (siginificaria ter de ler muito milhares, pois não sou de me regir só pela lista). Ai que sonho!

  3. 4 elton

    todas as obras são ficções?


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