1001 Livros Para Ler Antes de Morrer – 41 a 50

01Fev10

41.

Schooling

Autor: Heather McGowan

Editor: Faber and Faber

Sinopse: McGowan’s first novel tells the story of 13-year-old Catrine Evans, who moves with her father from Maine to his native England where he places her in the boarding school that he attended. While adjusting to losing her mother, living in a foreign country, and attending a new school, Catrine is also attempting to come to terms with her participation in a reckless prank that may have cost someone’s life. Filled with guilt and loneliness and yearning for love and attention, she becomes entranced with her chemistry teacher. McGowan, former writing coordinator at the Fine Arts Works Center, Provincetown, MA, combines a stream-of-consciousness, first-person narrative with dramatized representations of events, bits of third-person narrative, and sporadic journal entries. As a result, navigating one’s way through the novel is not an easy task; the very nature of the narrative leaves the reader confused about motivations and intentions and about what Catrine is imagining vs. what is really happening. Still, McGowan’s narrative techniques are unique and intriguing and call for repeated readings. Recommended for academic literature collections. (From Library Journal)

42.

Expiação

Autor: Ian McEwan

Editor: Gradiva

Sinopse: O novo livro do autor de “Amesterdão” e de tantas outras grande obras literárias tão apreciadas pelo leitor português. Para a crítica, este é, porventura, o melhor livro de Ian McEwan. O melhor livro de um dos maiores escritores contemporâneos. Nomeado para o Booker Prize e para o Whitbread Award 2001.

43.

Correcções

Autor: Jonathan Franzen

Editor: Dom Quixote

Sinopse: Esta é a história dos Lambert, uma família normal: Alfred, um engenheiro reformado à beira do caos mental e físico de um Parkinson terminal; Enid, a sua mulher, obcecada em reunir em casa os seus três filhos numa última ceia de Natal; Chip, um ex-professor despedido por dormir com uma aluna, que tem negócios sujos na Lituânia; Denise, fria e racional chefe de um restaurante da moda ligada sentimentalmente ao seu chefe; Gary, um banqueiro snob e paranóico preso a um casamento de pesadelo. Correcções é um grandioso romance tragicómico sobre o século que começa, uma obra-prima sobre uma família que se desmembra numa época em que tudo tem arranjo, tudo se pode corrigir.

44.

Não Te Movas

Autor: Margaret Mazzantini

Editor: Dom Quixote

Sinopse: Esta é a história de muitas histórias de amor, um romance pungente, cheio de ritmo e suspense em que as palavras penetram fundo na alma dos protagonistas, arrastando o leitor da primeira à última página. Uma obra inesquecível que apresenta Margaret Mazzantini ao leitor português. Não te Movas está há mais de dois anos na lista de livros mais vendidos em Itália e foi-lhe atribuído o Prémio Strega, o mais importante Prémio Literário italiano. *Prémio Strega

45.

O Corpo Enquanto Arte

Autor: Don DeLillo

Editor: Relógio d’Água

Sinopse: Em O Corpo Enquanto Arte (The Body Artist ,no original) conta-se a história de Lauren Hartke, “uma artista corporal que tenta libertar-se do corpo”. O seu marido, Rey Robles, realizador de culto caído em desgraça e homem mais velho “sem idade”, suicida-se. E, a partir daí, Lauren tem de recomeçar. Reaprender as palavras, a certeza das coisas, tudo. Este breve, complexo, romance é uma óptima porta de entrada para o universo de Don DeLillo, um dos maiores romancistas da actualidade, embora ainda não muito conhecido em Portugal. Estão aqui todas as qualidades da sua escrita: clareza, brilho, profundidade, originalidade, precisão. Uma escrita nova: um pensar, sobre o mundo e sobre o tempo, que nos é dado a ver – em vez de, como habitualmente, nos ser impingido em longos discursos mal disfarçados. Uma visão que sabe ser múltipla e coerente, que vai do largo ao microscópico, e que, acima de tudo, tem o poder de linguagem de nos revelar os gestos como grandes “ideias” exteriores e os pensamentos como verdadeiras “acções” internas.
“As coisas que via pareciam-lhe incertas – não incertas mas sim em constante mutação, mergulhadas em metamorfose, a um tempo uma coisa e outra coisa diferente, mas o quê, o quê.” Para ver melhor este “o quê” das coisas, para estar mais “dentro” deste nosso tempo fragmentado, é fundamental ler esta obra, conhecer DeLillo. (fonte)

46.

Fúria

Autor: Salman Rushdie

Editor: Dom Quixote

Sinopse: Fúria é um romance de uma energia explosiva, implacável e profundamente perturbador que mergulha no lado mais negro da natureza humana e uma arrebatadora história de amor. E é também um espantoso e intenso retrato de Nova Iorque. Um surpreendente, brilhante e clarividente romance que já foi comparado a Ulisses de James Joyce.

47.

At Swim, Two Boys

Autor: Jamie O’Neill

Editor: Scribner

Sinopse: Published last year in Great Britain, this novel has been compared to works by James Joyce (or Flann O’Brien, whose At Swim-Two-Birds the title plays on), but it has more in common with the film Chariots of Fire in its painterly depiction of male athleticism and relationships. The sheltered son of a pro-British shopkeeper, 16-year-old Jim develops a doting and eventually homosexual relationship with Doyler, a bright boy from an impoverished family, as the two train for an ambitious swim across Dublin Bay on Easter 1916, a date that happens to coincide with a planned Republican uprising. Both become entangled with McMurrough, scion of wealthy Irish gentry, who is back in Dublin following imprisonment in England for indecent behavior. Jim is too na ve and Doyler too politically sophisticated for their years, while McMurrough is typecast as an Oscar Wilde figure. Still, these are rich characterizations, and together with the playfully rendered Irish dialect they outweigh the book’s imperfections. O’Neill also offers gorgeous descriptions of the Dublin environs and remarkable details of the period. Recommended for most fiction collections. (From Library Journal)

48.

Choke – Asfixia

Autor: Chuck Palahniuk

Editor: Casa das Letras

Sinopse: Agora numa adaptação ao cinema. Chuck Palahniuk é o alquimista de que precisamos e o sátiro que merecemos. Romance policial de estreia excepcional e brilhantemente forjado, apresenta reviravoltas nebulosas, uma acção empolgante e personagens inesquecíveis. Absorvente do princípio ao fim.

49.

A Vida de Pi

Autor: Yann Martel

Editor: Difel

Sinopse: Depois do naufrágio de um navio de carga, um único bote salva-vidas permanece a flutuar à superfície do agreste oceano Pacífico. A tripulação do barco consiste numa hiena, um orangotango, uma zebra com a perna partida, um tigre de Bengala e Pi Patel, um rapaz indiano de 16 anos de idade. O palco está preparado para um dos mais extraordinários fragmentos de ficção literária dos últimos tempos. Um romance com tão rara e assombrosa habilidade para contar histórias que, como diz uma das personagens, talvez faça o leitor conseguir acreditar em Deus.

50.

The Feast of the Goat

Autor: Mario Vargos Llosa

Editor: Picador

Sinopse: In 1961, Trujillo’s decadent inner circle (which includes Urania’s soon-to-be disgraced father) enjoys the luxuries of privilege while the rest of the nation lives in fear and deprivation. As Trujillo clings to power, a plot to push the Dominican Republic into the future is being formed. But after the murder of its hated dictator, the Goat, is carried out, the Dominican Republic is plunged into the nightmare of a bloody and uncertain aftermath. Now, thirty years later, Urania reveals how her own family was fatally wounded by the forces of history. In The Feast of the Goat Vargas Llosa eloquently explores the effects of power and violence on the lives of both the oppressors and those they victimized.

Em O Corpo Enquanto Arte (The Body Artist ,no original) conta-se a história de Lauren Hartke, “uma artista corporal que tenta libertar-se do corpo”. O seu marido, Rey Robles, realizador de culto caído em desgraça e homem mais velho “sem idade”, suicida-se. E, a partir daí, Lauren tem de recomeçar. Reaprender as palavras, a certeza das coisas, tudo.
Este breve, complexo, romance é uma óptima porta de entrada para o universo de Don DeLillo, um dos maiores romancistas da actualidade, embora ainda não muito conhecido em Portugal. Estão aqui todas as qualidades da sua escrita: clareza, brilho, profundidade, originalidade, precisão.
Uma escrita nova: um pensar, sobre o mundo e sobre o tempo, que nos é dado a ver – em vez de, como habitualmente, nos ser impingido em longos discursos mal disfarçados. Uma visão que sabe ser múltipla e coerente, que vai do largo ao microscópico, e que, acima de tudo, tem o poder de linguagem de nos revelar os gestos como grandes “ideias” exteriores e os pensamentos como verdadeiras “acções” internas.
“As coisas que via pareciam-lhe incertas – não incertas mas sim em constante mutação, mergulhadas em metamorfose, a um tempo uma coisa e outra coisa diferente, mas o quê, o quê.”
Para ver melhor este “o quê” das coisas, para estar mais “dentro” deste nosso tempo fragmentado, é fundamental ler esta obra, conhecer DeLillo.


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