The Iron Duke
Autor: Meljean Brook
Série: The Iron Seas, #1Editora: Berkley (2012; 1ª ed. 2010) Formato: Mass Market Paperback Páginas: 456 Idioma: Inglês Challenge: Steampunk 2012 ~ 2/12
Sinopse: After the Iron Duke freed England from Horde control, he instantly became a national hero. Now Rhys Trahaearn has built a merchant empire on the power -and fear- of his name. And when a dead body is dropped from an airship onto his doorstep, bringing Detective Inspector Mina Wentworth into his dangerous world, he intends to make her his next possession.
Mina can’t afford his interest, however. Horde blood runs through her veins, and despite the nanotech enhancing her body, she barely scratches out a living in London society. Becoming Rhys’s lover would destroy both her career and her family, yet the investigation prevents her from avoiding him…and the Iron Duke’s ruthless pursuit makes him difficult to resist.
But when Mina uncovers the victim’s identity, she stumbles upon a conspiracy that threatens the lives of everyone in England. To save them, Mina and Rhys must race across zombie-infested wastelands and treacherous oceans — and Mina discovers the danger is not only to her countrymen as she finds herself tempted to give up everything to the Iron Duke.
Opinião:
The Iron Duke passa-se numa espécie de Londres Vitoriana alternativa em que grande parte dos habitantes possui nanoagentes que costumavam ser manipulados por uma entidade chamada Horde. E sempre que estes bacanos queriam, ocorria um evento denominado de Frenzy, em que basicamente o pessoal entregava-se aos prazeres da carne com a primeira pessoa/animal/coisa que lhe surgisse pela frente. E foi num Frenzy que a heroína, a Inspectora Mina Wentworth, foi concebida (não cheguei a perceber se pelo homem a quem ela chama de pai, ou não), o que faz com que ela seja continuamente repudiada, insultada, e até fisicamente agredida em plena praça pública.
A história começa com esta personagem a investigar um crime que envolve o tal Iron Duke (que é um pirata reformado, e que se chama Rhys) — essa figura tão amada pelo país fora por ter acabado com o tal poder da Horde sobre a populaça. O Duke presta-se a ajudar Mina na investigação, coisa que ela não quer de todo, mas com a continuação percebe que o homem é uma mais valia, porque toda a gente praticamente corre a fazer-lhe as vontades, enquanto que ela só recebe insultos e reprimendas.
Tenho mixed feelings acerca deste livro, e isto porque gostei de vários aspectos da história, tais como, o mundo que é riquíssimo, de toda a parte steampunk, das cenas de acção que me passavam à frente dos olhos como se fossem um filme, e até do historial de ambos os protagonistas (jen: A adorar heróis e heroínas torturados e com passados sombrios desde 1985), mas depois há ali algumas coisas que me desagradaram, ou que simplesmente não eram a minha praia, de tal maneira que não sei bem o que pensar deste The Iron Duke.
Há muita coisa a acontecer neste livro, e quando uma pessoa acha que já não pode ser mais surpreendida, BAM, é. O ritmo de toda a história é absolutamente frenético, quer nas cenas de acção, que chegam a envolver criaturas como zombies e monstros marinhos, quer nos momentos a dois no quarto (ou na cabine, ou no primeiro sítio disponível que aparecer à frente).
O que me leva à tal parte que não apreciei, e que foram os avanços do Rhys sobre a Mina — raios partam homem! Onde já se viu dizer à moça que a vai ter debaixo dele e mais não sei quê, na segunda vez em que se cruza com ela na vida, e no meio da rua…WHAT??
Down, boy! Down! E ainda se admira que ela esteja sempre a querer apontar-lhe a arma, quer dizer, pudera! Até parece ridículo da minha parte ficar chocada com isto, tendo em conta a quantidade astronómica de romances que leio, todos eles com heróis igualmente ardidos e que só pensam nas várias maneiras em que vão ter as suas queridas na cama, no entanto, acho que nunca tinha lido um em que o tarado não só pensa, mas diz isso mesmo na cara da sua vítima, quando mal a conhece, e quando ela claramente não está interessada, muito pelo contrário. Esta insistência da parte dele dura, dura, e dura, sempre com nível zero de delicadeza, o que me enervava bastante.
Dito isto, as sex scenes também são explícitas demais para o meu gosto, e algumas deixaram-me mesmo desconfortável. Não é nada normal eu ler cenas desta natureza de sobrolho franzido e morta que aquilo acabe, regra geral tenho um sorriso estúpido na cara e releio as ditas até ter a certeza que não me escapou pormenor algum — e não foi de todo esse o caso aqui. 
Acho que ia gostar de ler qualquer coisa desta autora que tivesse mais moderação e subtileza nas cenas a dois, porque realmente custa-me ter gostado bastante de uma parte, só para a outra estragar-me quase o esquema todo. *sad face*
Classificação: 4/10
Goodreads ǀ The Book Depository UK ǀ The Book Depository.com
Filed under: Lidos em 2012, Review | 11 Comments
Etiquetas:erotic, steampunk

































Hmmm estou intrigada e confusa ao mesmo tempo. As cenas de sexo são demasiado hardcore? O herói é um tarado?
À parte isso, parece bem giro… com um bom worldbuilding e tudo, como eu gosto.
Muito, muito hardcore, e depois não é só isso — uma cena em especial mete-me muita impressão, e atenção que isto não tem nada a haver com as alegadas rapes (muita gente acha que algumas cenas não são consentidas pela Mina, mas eu não concordo — please, ela queria). E também fiquei incomodada com a sex talk.
Sim, o mundo é uma loucura, ainda que seja um bocadinho confuso a início.
Estou como a p7…
Acho que este livro fica de fora para mim, por muito bom que o worldbuilding possa ser.
É muito giro o mundo, e há ali umas cenas de acção que me faziam lembrar os Piratas das Caraíbas
mas o sex é muito rough O_O já que não planeias ler depois conto-te uma cena, só para te ver fazer *cringe!* lol
quigui: deixa lá…deixa estar…
eu: não, eu conto-te na mesma, vou demorar muito tempo, mas conto. xD
Por favor que não seja como a Simila… Por favor que não seja como a Simila…
Mas conta lá.
Mmm, não é tão kinky como essa cena…acho…
Não posso contar aqui assim xD I wouldn’t dare…
Pronto, contas-me no próximo fim de semana.
\o/
Pois, eu sou aquela pessoa que adorou o livro e que não parava de falar dele mas compreendo porque não é o “cup of tea” de toda a gente. Em tua defesa digo que também achei o Rhys um troglodita, o que gostei mais foi da Mina e do universo. Aliás, tanto no The Iron Duke como no Heart of Steel o que mais gostei foi das heroínas fortes que a autora escreve.
Sim, as cenas de sexo são um bocadinho pesadas o que me leva a acrescentar, considerando que gostas das cenas um pouco mais moderadas: Não leias nada da Nicole Jordan! A sério, não! >.<
Ai, já me podias ter avisado antes quanto à Nicole Jordan, infelizmente já li um livro dela (A Sedução), nem foi preciso chegar às cenas hot para revirar os olhos, que irritante aquele herói, irritante e otário… só me apetecia passar à frente sempre que ele abria a boca… ugh. O_O
O universo deste é a loucura, custou-me um bocadinho no início, mas depois entrei na onda. Seria brutal se fizessem um filme!
(eu gosto de ver ataques de krakens e outros sea monsters xD)