Mini-opiniões: Ella Enchanted, Carrier of the Mark, Mind Games
Ella Enchanted
Autor: Gail Carson Levine
Editora: HarperCollins (2004; 1ª ed. 1997)
Páginas: 288
Idioma: Inglês
Opinião: Grande decepção! Estava cá com uma certeza que ia adorar este livro, e ele acabou por ficar muito aquém das minhas expectativas. A heroína começou bem, mas com a continuação foi perdendo o interesse e sinceramente cheguei a um ponto em que já não queria saber do que se passava com ella (! xD), e houve mesmo ali uma altura em que me apetecia dar-lhe um par de estalos. Não é que a parvalhona manda uma carta ao príncipe (que se tinha acabado de declarar) a dizer-lhe que se casou com não sei quem, só para ele não vir atrás dela, e assim eles os dois não ficarem juntos? E tudo porque Ella imagina que num futuro próximo alguém vai descobrir que ela está sobre a tal maldição que a obriga a fazer tudo o que lhe mandem fazer, e que eventualmente a usem para matar o príncipe…
Raios partam. Foi novela a mais para o meu gosto.
Classificação: 5/10
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***
Carrier of the Mark
Autor: Leigh Fallon
Editora: HarperTeen (2011)
Páginas: 342
Idioma: Inglês
Opinião: Não há palavras para descrever O HORROR que é esta desculpa de livro. Se ao menos eu pudesse arrancar-lhe a tinta e salvar as folhas de papel para lhes dar bom uso, tipo: desenhar, apontar citações, escrever a lista das compras, usar uma ou duas folhas para fazer barquinhos de papel, etc – mas não é possivel…ó tecnologia cruel! Onde andam as outpressoras?? O meu coração chora pelas inocentes páginas que albergam as palavras de Leigh Fallon. Opinião a sério, ou rant mais desenvolvido no Goodreads.
Nota: Se alguma alma caridosa quiser a minha cópia meio lida, que mo diga num comentário ou num email. *done*
Classificação: 1/10
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***
Mind Games
Autor: Carolyn Crane
Editora: Spectra (2010)
Páginas: 371
Idioma: Inglês
Opinião: Eh. Até cerca de metade foi engraçadito, a heroína, Justine é uma hipocondríaca de alto nível, e fazia-me sempre rir ao imaginar toda uma variedade de sintomas, doenças, e outros cenários que a podiam levar desta para melhor. Depois a história “arranca” com ela a ser recrutada por um grupo que se intitula de disillusionists -que inclusivamente é o nome da série a que este livro pertence- cujo negócio é passar os medos dos vários colaboradores para outra pessoa através do toque, modificando-a. À mistura está ainda uma questão entre velhos inimigos, e não um, nem dois, mas três love interests para a Justine –ugh. O meu grande problema com este livro foi que algures a história começou-me a desinteressar e não porque houvesse algo de errado com ela, mas porque simplesmente não era a minha praia. A quantidade de pretendentes amorosos também não ajudou em nada.
Classificação: 3/10
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Filed under: Lidos em 2011, Review | 11 Comments






































































Eu adoro o filme Ella Enchanted e até estava curiosa para ler o livro, mas sendo assim fico-me pela adaptação…
Pois, pensei que fosse mais engraçadito por causa do filme, mas acho que até foram mais originais nele do que a autora no livro, desenvolveram melhor a história da Ella no geral, e principalmente a relação com o Char. :s
1/10 ao Carrier of the Mark? Bolas… E eu que até estava curiosa…
Quanto ao Ella Enchanted, estou como a White Lady. Até achei o filme fofito, mas assim penso algumas vezes antes de ler o livro.
Se ainda estiveres curiosa, é teu! Porque ainda ninguém o quis
É muito mais infantil o livro, se calhar também foi por isso que me desiludiu um bocado. :s
A sério?
Eu tenho um lado masoquista quanto a livros de que ninguém gosta. Por isso… Vou-te mandar um mail.
A sério!
Lembro-me de há uns anos ver o filme da “Ella Enchanted” e até ter gostado. Não me lembro dessa cena em particular sobre a carta, mas até não me parece muito ilógica, tendo em conta a maldição dela. Sei lá … depende de como foi apresentada, embora sim, pareça uma novela.
Quando ao “Carrier of the Mark”, já tinha dito no goodreads que parece muito mau. Se até agora não tinha interesse nenhum no livro, agora (depois dos teus comentários) é que não tenho mesmo.
Já o “Mind Games”, parece-me curioso que lhe tenhas dado uma nota tão baixa, tendo em conta que não lhe apontaste defeito nenhum.
Mas são gostos.
Pois no filme ela tenta mesmo matá-lo, acho que é um tio ou um primo do Char que quer o trono para ele mas como tem o Char pelo caminho manda a Ella assassiná-lo, e ela consegue desobedecer porque se olha ao espelho e ordena-se a si própria para não o fazer – acho que é assim! No livro ela só tem medo de um dia lhe fazer mal (porque se lembra assim de repente), por isso achei fraquito, acho que a cena do filme tem muito mais lógica e interesse neste aspecto. :s
O 3/10 foi mesmo porque não é o meu tipo de livro, e tive pena porque até gostei da heroína, mas o resto da história não era para mim. Também não gostei muito do fim – estava a torcer pelo Packard.
Darn, darn porque é que fui comprar o Carrier of the Mark? Porquê? Grrr… Para além desse ainda comprei o The Faerie Ring e que desgraça que foi! (ainda estou a pensar se devo ou não escrever uma review no blogue uma vez que não acabei). Bolas, porque é que os leitores americanos são tão benevolentes e dão classificações tão altas aos livros todos? *sniff*
Quanto ao “Mind Games” já o tenho há algum tempo e até já comecei a ler mas não estava virada pr’áquilo e desisti. Hei-de ver se leio outra vez mas depois da tua opinião está-me a parecer que antes não era tanto que não me apetecesse ler um livro do género mas mais que o livro não era muito bom… *sigh*
There, there
Pois, de vez em quando acontecem estas coisas…os, ou melhor, é mais as bloggers americanas são umas enganadoras.
Eu não achei o Mind Games mau, foi mais um: eh… a heroína anda de um lado para o outro a passar os seus medos para outras pessoas…not interested. :/